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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

EBOOK: SETE CHAVES AO APRENDIZADO E TRANSCENDÊNCIA DE REALIDADE


O EBOOK JÁ ESTÁ DISPONÍVEL! 

NOS PRÓXIMOS DIAS, UM CURSO COM CARGA HORÁRIA DE 80h


Sete Chaves: eis um composto de indagações técnicas, reflexões culturais e citações científicas. Uma ferramenta ao específico levantamento e confecção de informações; ao autoconhecimento, conhecimento social, psicopedagógico, psicológico, filosófico e institucional.



Este material volta-se a pais & responsáveis, docentes, jovens acima de quatorze anos (considerado sua maturidade), formadores de opinião, administradores & RH, órgãos de saúde, dentre outros. Transita de conceitos e situações simples às mais complexas.


É Educação, Psicologia, Família, Relações Humanas, Cultura e Mercado: tendo algo grandioso observado em ambos os casos, intrinsecamente ligado à natureza humana: o conhecimento. O primeiro, dum conjunto de material psicopedagógico, literário, sociolinguístico e cultural aplicado.


Com ferramentas, condições e meios práticos prol alcance de entendimentos, discernimento, compreensões e sabedorias (domínios–dons) em si mesmo; é maturar, prosperar e transcender para além dos próprios condicionamentos e circunstâncias; a todos os sentidos.









terça-feira, 7 de novembro de 2017

APRENDIZADO, ESCOLHAS E O TIPO DE VIDA QUE SE TEM

Alike - Escolhas da Vida



Quem fará essa escolha? Quem tem coragem de soltar tudo? E soltar os modelos e paradigmas onde se encontra, mantém e defende?

 



domingo, 5 de novembro de 2017

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS & OUTRAS PERSPECTIVAS DIDÁTICAS

A Contação de Histórias sempre foi uma ferramenta utilizada pelos seres humanos como forma de transmissão de conhecimentos, mensagens, informações gerais e até informações secretas.

Pedagogicamente falando, é ótima forma de estímulo à leitura, ao desenvolvimento da intuição, imaginação, criatividade, musicalidade, escrita mais rica em enredos e nuances, enfim, vai longe as possibilidades com a Contação de Histórias.




Há história para todas as idades. E a história narrada para faixa etária correta estimula o interesse à leitura, molda o caráter do grupo envolvido, colabora com a criança ou público dependendo do tipo de situação que esta vivenciando.

Ainda, muito ela contribui na resolução de conflitos, e também é uma ótima e prazerosa forma de diversão pedagógica e literária.

A Contação de Histórias é um valioso instrumento às práticas educacionais em família, práticas pedagógicas de professores tanto da educação infantil quanto de ensino superior. Também às práticas pedagógicas em meios religiosos, filosóficos, ideológicos e outros mais.




O quê motiva e fundamenta essas afirmações é: as histórias estimulam a imaginação, estimula o silêncio, a oralidade, a escrita, música, pintura...

Com uma história, consegue-se propor um ambiente e clima favorável ao tipo de arte que se quer expressar. 

Ela contribui com o aprendizado e desenvolvimento de linguagens diversas, por exemplo: a linguagem oral, escrita, visual...




As histórias criam um elo entre o mundo da fantasia e o da realidade: contar história para uma criança, jovem, adulto e ancião contribuir para com a formação de seus valores, elaboração do pensamento, trato das emoções, esclarecimentos diversos,  e convivência humana.

Como é muito grande o emprego de histórias para dar sermão, pito, bronca, deboches ou ironizar alguém, também para alienar pessoas com falsas sacralidades, filosofias, ideologias, discursos, modelos sociais e etc., então, quando se começa uma história, muitas pessoas logo torcem o nariz em sinal de refutação.

Eis um dos motivos da Contação de Histórias e Literatura não estarem sendo fonte de inspiração e significativas transformações junto aos meios educacionais diverso, ao religioso, governamental ou privado: estão utilizando da arte para alienar e controlar pessoas com mais e mais ilusões.




De igual modo também está a ocorrer com os indivíduos dos meios familiares e social diverso: que vêm a contação histórias, folclore e literatura como coisa tola, chata, ou passatempo inútil, dentre outros fatores.

Outro motivo, é que estamos numa população que fala, conta e ministra sobre assuntos, fatos, ciência, religiosidade, política, filosofia, artes e outras mais conhecimentos baseado apenas em teorias lidas em livros; em teóricas formações acadêmica, política, teológica e/ou científica.

Dessa forma, quando este tipo de indivíduo faz uso da palavra, percebe-se então que tal ato encontra-se vazio, longínquo, insosso e insulso: uma fala, discurso e história sem graça; mesmo que venha dum texto bem elaborado e com personagens bem definidos em meio à trama. 




Cabe a nós refletirmos o quão somos essas pessoas da não prática: um bando de teórico se dizendo senhor e senhora da verdade, da maturidade, da lei, dos céus, e etc.



Para descobrirmos o quão deturpamos e até denigrimos informações, fatos, contextos, seres, indivíduos e sacralidades mundo a fora: por desconhecer, por falta de pesquisa, por intolerância, por rechaço, por ódio, fanatismo, guerra...; as sujeiras encrustadas na mente, emoções, intelecto e alma

Com diz nos contos chineses: só um dragão dourado para dar conta de ajudar pessoa nesse tipo de situação - são centenas ou milhares de horrendos bichos dentro de si.


  

A CARÊNCIA DUMA EDUCAÇÃO INTER E MULTIDISCIPLINAR

É notória a global carência de uma educação inter e multidisciplinar aos povos e população do Planeta Terra.

Já é claro a toda pessoa, de uma forma ou de outra, independente se instruída ou não: que tudo está conectado de alguma forma, por algum ponto em comum; sendo então, constituído de múltiplas partes.

O ramo do conhecimento que lida e estuda esse ponto em comum, essa característica em comum, junto aos métodos de ensino, obras literárias, artes diversas e demais ramos do conhecimento, é a interdisciplinaridade, referente ao aspecto interdisciplinar; e às suas conexões.




A palavra interdisciplinar é formada pela união do prefixo "inter", que exprime a ideia de "dentro", "entre" e "em meio", juntamente com a palavra "disciplinar", que tem um sentido pedagógico de instruir nas regras e preceitos de alguma arte.

Já o ramo Multidisciplinar, refere-se a um sistema de ensino que engloba experiências em várias disciplinas, em busca de metas a atingir, dentro de um programa específico.

A palavra multi é de origem latina (multus), que significa múltiplo, ou seja, aquilo que abrange muitos fatores. Ex: multicelular (que tem muitas células), multicolor (que tem muitas cores), multiambiente natural (composto de ambiente rochoso, vegetal, úmido...). 




Dessa forma, eis a questão: o predominante modelo educacional familiar, escolar, religioso, filosófico e sócio-político no qual se encontra a humanidade, no que se refere a uma educação que liberta o corpo, a mente, emoções, intelecto e até a alma, encontra-se em extrema carência de predominante prática humano-pedagógica inter e muldisciplinar.

A relação entre as práticas disciplinares é uma das base para um aprendizado interessante, gostoso e edificante: deve-se sair da sala de aula, seus cadernos, livros, canetas e lápis, e aprender na prática, fazendo; pondo a mão na massa, como diz o ditado.

Veja só: com atividades de carpintaria, se trabalha matemática; com plantio e jardinagem, se trabalha influência do sol, biologia e ciclos da lua (alcançando astronomia); com nutrição alimentar, se trabalha relações humanas e saúde...




A lista é grande, e fácil ver isso tudo conectado até à espiritualidade e religiosidade, independente de crença a professar.

Mundo a fora, muitas pessoas buscam uma vida saudável, equilibrada, harmoniosa, integrada com a natureza e etc.; prol uma paz interior e até melhor alcance de devoção e oração.

Eis aí as questões inter e multidisciplinar em ocorrência...




ATÉ ONDE QUEREMOS SER ENGANADOS?

Rico ou pobre, erudito ou analfabeto, ignorante ou culto, (...), possuo a cultura e capacidade de decifrar contextualizações, significados, sentidos e ações, dentre outras pertinências, prol alcance de entendimentos e compreensão?




Entendimentos e compreensão à resolução de mazelas particulares e alheias; compreensão palpável; via ações aplicadas e coordenadas.

Qual lado escolher? Qual luta e causa? 

Melhor é soltar tudo e trilhar o caminho do meio: bom senso, serenidade, equilíbrio, paz e consciência? 









sábado, 4 de novembro de 2017

A AUTORREFLEXÃO DO PROFESSOR APRENDIZ

Quais atributos possuo enquanto aprendiz? Aprendiz enquanto criança, enquanto pais & responsáveis, enquanto professor(a), avós, amigo(a), esposa, marido, aquele que professa em altares, governante, empresário...

Volto-me, apropriada e eficazmente, ao despertar e apreço pela auto-observação, silêncio, reflexão, leitura de entrelinhas e à descrição daquilo que observo e investigo; prol superação e transcendência da realidade ou ilusão na qual encontro-me?

Possuo um modelo de ensino-aprendizagem voltado ao tato, trato e lida de percepções, situações e nuances favoráveis ao superar de limites, debilidades e incapacidades que possuo; também ao auxílio de meu semelhante?  




Estou apto(a), ou assim condiciono-me, a uma transformação interior, pessoal e continuada, de forma a me resguardar e/ou proteger-me das adversidades e armadilhas cotidianas: calúnias, fofoca, inveja, cobiça, perseguições, revoltas, promiscuidades, e etc.?

Possuo capacidade e possibilidade de desvendar aspectos, objetos e conteúdos diversos que constantemente são postos a influenciar, direcionar e manipular psiquicamente as mente e corações humanos; por isso que chamam de sistema; em mim, primeiramente? 

Ou..., ainda continuo perdido na ilusão de ser a pessoa esperta, inteligente, justa e verdadeira com as "coisas" do mundo?   




Indo mais profundamente na reflexão: pratico um modelo educacional libertador que utiliza de atividades físicas, produção artística e reflexiva filosofia psicológica...? 

Ainda: pratico exercícios físicos prol superação de limites e debilidades; canto músicas, e procuro tocar um instrumento musical; leio poemas, e procuro fazer de minhas falas, escrita e ações uma poesia? 

E das práticas envolvendo artesanato, manejo de terra, plantas, chás, alimentos, juntamente a outros meios e ferramentas; a uma autolibertação, visando colaborar com anseios existenciais particulares e posteriormente os alheios: faço pelo menos a mim mesmo?

Sou feliz, ou mais um infeliz com suas decoradas fórmulas, jeitos e trejeitos: sempre buscando entregar e impor ao outro o meu jeito de ver e agir no mundo; querendo que decorem rapidamente as fórmulas?




Utilizo de ferramentas à compreensão do quão a cultura me influencia e até aliena-me singular e coletivamente; a qual põe-me a ser mais um a arrastar o fardo e peso dum mundo débil, insano, caduco e cruel?    

Tenho clareza do quão essa cultura está sob rege e muito disputa pelos indivíduos do poder e seus propósitos; ainda mais num mundo político-economicamente conectado, globalizado, disputado e controlado.

Como falar de momentos em grupo envolvendo as mais belas e boas circunstâncias de convivência, mediação de conhecimento, despertar e libertar-se humano, uma vez que sou igual àquele com o qual estou interagindo: o estudante, o filho, o enamorado, o cônjuge, o inimigo, e etc.?




Como falar de cenários, conhecimento e sabedoria prol ambiente de novas perspectivas de vida educacional: forjada no contato e apreço ao silêncio, respeito, disciplina, paciência, altruísmo, companheirismo, aprendizado, ensino e etc.?

Como falar de valores humanos, valores éticos, paz interior, solidariedade, caridade, compaixão, compreensão e outros mais atributos nobres e de edificantes transcendência até da alma se ainda continuamos a promover os mesmo erros que dizemos ao outro não fazer?

  


Tamanha está a ilusão, e crescendo ela continua: pondo tudo como teoria, ideologia, ponto de vista e ideal particular a defender! É sempre sobre mim mesmo, minha vida, minha verdade, minha história, minha instituição, meu mundo...

Sabedoria, paz, amor, felicidade, alegria e demais correlações foram transformados em objetos e conteúdos - a prova que confirma - que "eu" estou certo em indagar, "eu" estou certo em questionar, "eu" estou certo em indignar, revoltar, rebelar, ofuscar, procrastinar, acomodar e etc.

É indivíduos e sociedade perdidos em programas psicológicos, de cunho populacional-histórico, cuja origem, formato e movimento dá-se em círculos: tudo encerrando-se na ponta do próprio nariz, como diz o ditado popular; é individualismo separatista

Assusta ao sistema saber que os indivíduos podem descobrir na paz e união a liberdade de suas almas. É terrível incômodo ao sistema, e ao senhor dele, essa situação! Pois, seria seu fim! 

Sabendo disso, utiliza ele da própria verdade e beleza de forma a manter o tolo iludido, não vendo o quão cinzento é sua personalidade, mente, emoções, ações..., enfim, o mundo onde encontra-se. Novamente: eis o Mito da Caverna.  





A Verdadeira Beleza também está igualmente perto. Está no equilíbrio e harmonia com a natureza, na natureza interna que isto significa, sendo o próprio ato de perceber e observar sem pensar o som do próprio coração a bater... 

Nestas situações de ação pela não ação é que se pode, palpavelmente, estar nesta Natural Beleza: a qual nos leva a sentimentos de bem-estar, duma ciência da paz (paciência), de alívio, e etc.




A Paz que tanto se fala no mundo inteiro está aqui. Sempre esteve! Basta saber acessá-la!


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

ORIGENS, APRENDIZADO E AUTORREALIZAÇÃO

O ser humano, em seu Aprendizado e Autorrealização, percorre N etapas prol maturações: observado que toda sua trajetória, enquanto início, meio e fim, constitui-se num complexo interconectado.




Trata-se duma interconexão caracterizada por descendências étnicas, sociais, históricas, internacionais, dentre outras.

A questão é: como se pode tirar proveito do conhecimento a cerca dessas origens e conexões? Como poderia ser útil tal conhecimento a título dum autoconhecimento?

Como esses fatores históricos-hereditários estão entranhados à mente humana, levando cada pessoa (nós mesmos) a crer que é uma pessoa de tal tipo/jeito, com a vida caminhar de tal modo, por ter uma personalidade do tipo X?

E, como esta falsa personalidade caracteriza-se em pedras no caminho a trilhar, ao mesmo tempo em que é o próprio tropeço à vida de cada pessoa?





Como e por que os fatores positivos e negativos de tais descendências e conexões alimentam essa falsa personalidade que tanto se sustenta, defende, justifica e luta severamente por manter? 

Ou seja, como eles, junto a outros fatores, põe cada indivíduo (a cada um de nós) a marchar atrás daquilo que tanto alimenta esse falso?

E  por fim, como romper com tudo isso? Como desligar essas conexões? Tirar de si mesmo? E deixar de ser o falso de si mesmo, para ser a VERDADE de si mesmo?   




A VERDADE DE SI MESMO... O QUE É A VERDADE DE SI MESMO? O QUE É A VERDADE?

Seria o não caminho, daquele que caminha em meio à multidão, em sentido oposto a esta, mesmo também sendo mais um a acordar cedo, ir trabalhar, levar filhos para escola e etc.?

Seria a clareza e veracidade daquilo que se está fazendo e trilhando, assim servindo de fundamento e substância para que não se permita a existência da dúvida quanto ao próprio caminho; ainda que chamado de tolo e até de idiota por todos que ainda só vêm o reflexo da luz na caverna?




Seria a não ação daquele que age em silêncio prol resolução de conflitos, mesmo que seja em meio a violência de ordem física contra si mesmo (Ahnsa)?

Seria a Paz por trás disso tudo? E onde está a paz?







TRANSCENDE - EDUCAÇÃO E CULTURA

Um Projeto, e um composto de indagações técnicas, reflexões culturais e citações científicas sob a forma cursos online, cursos presenciais, workshop, palestras e outros mais eventos. 





O mesmo, encontra-se com predominância de eventos gratuitos online. Tendo os cursos pagos voltados aos casos de instituições que necessitem de certificação aos seus membros; certificados com origem amparada em instituições reconhecidas pela lei.   

Uma ferramenta ao específico levantamento e confecção de informações: a projetos, ao autoconhecimento, conhecimento social, psicopedagógico, psicológico, filosófico e institucional. Inicialmente apresentando as Sete Chaves ao Aprendizado e Transcendência de Realidades.






Um material voltado a pais & responsáveis, docentes, jovens acima de quatorze anos (considerado sua maturidade).





Volta-se aos formadores de opinião, administradores & RH, órgãos de saúde, dentre outros.




Transita de conceitos e situações simples às mais complexas.






Trata-se dum compilado de conhecimento e ferramenta utilizados em diversos sistemas de ensino, países, ONGs e etc.: referindo-se à madura disciplina, organização, ação coordenada, reflexão, companheirismo-autruísta, alegria, bem-estar, educação, literatura, cultura...




quinta-feira, 2 de novembro de 2017

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

Engravidar na adolescência é, na maioria dos casos, uma atitude não planejada, passível de conflitos externos (sociedade: escola, família) e internos (psicológicos: depressão, medo, insegurança).

Os índices de gravidez na juventude aumentam constantemente, considerando pesquisas em variados países.

Para as meninas que se encontram nessa fase da vida, marcada por mudanças físicas, mentais, emocionais, sociais, dentre outras transformações, não está nem seu corpo tão pouco ela enquanto ser humano, suficientemente preparada para a gestação.




Se ela não está disposta a encarar tal situação, muito menos estará o futuro pai, pois este também é responsável pela concepção e nascimento da criança.

A gravidez na adolescência pode ocorrer de diversas formas: atividade sexual precoce e inconsequente, violência sexual, dificuldade no diálogo familiar, entre outros.

É preciso um esforço conjunto da família, da escola e da sociedade, no sentido de resgatar valores éticos, morais, de respeito, responsabilidade etc.

É crescente a indisciplina, agressividade, desatenção, descontrole mente-emocional, perniciosidade, promiscuidade, pornografia, tirania e outras mais condutas agregarias tanto nos lares e sala de aula quanto na sociedade em geral.

Qual será o perfil das próximas gerações, uma vez que a atual já se encontra arredia, tudo o mais mencionado anteriormente? Afora outros fatores...




Verdade! Sempre há exceções, e não se pode generalizar!


CAPITALISMO, DESESTRUTURA FAMILIAR E O ALIENADO CONSUMIDOR-PRODUTOR

O consumismo? É uma compulsão que leva o indivíduo a comprar de forma ilimitada e sem necessidade bens, mercadorias e/ou serviços.

O indivíduo se deixa influenciar excessivamente pela mídia, o que é comum em um sistema dominado pelas preocupações de ordem material, na qual os apelos do capitalismo calam fundo na mente humana.





Não é à toa que o universo contemporâneo no qual habitamos é conhecido como “sociedade de consumo”.

Depois da Revolução Industrial, que possibilitou o aumento da escala de produção e incrementou o volume de mercadorias em circulação, o mundo se modificou profundamente.

Com a industrialização veio o desenvolvimento econômico nos moldes do liberalismo e o consumismo alienado, ou seja, é como se as mercadorias fossem entidades abstratas e autônomas, independentes dos esforços humanos.

Agora o homem não consome mais, como outrora, os produtos que ele mesmo elabora. Ele se encontra apartado dos frutos de seu próprio trabalho.

O consumista não age como o consumidor, que compra as mercadorias e os serviços de que necessita para sua existência, já aquele está sempre atravessando as fronteiras da necessidade e tocando as margens do supérfluo.





Ele atua, muitas vezes, movido por distúrbios emocionais e psicológicos, ou por motivações socioeconômicas, como uma espécie de compensação pela frieza do convívio social, pela carência financeira, por uma autoestima deteriorada, e por tantas outras razões.

O resultado dessa atitude impulsiva é geralmente o endividamento crescente, então o indivíduo assume uma sobrecarga de trabalho, na tentativa de eliminar as dívidas, consequentemente é submetido a um regime de exploração no trabalho, novamente se vê emocionalmente frágil e se torna propenso de novo ao consumismo feroz.

Como se percebe, cria-se um círculo vicioso, do qual somente com muito esforço e um eficaz tratamento terapêutico o sujeito pode se libertar. Ana Lucia Santana





Família estruturada e harmoniosa, a esse modelo de sociedade e mercado, não é aceitável. Ou seja: a família passa ser alvejada por este meio, também por outros contrários a união marido e mulher.

Um articulado desmantelamento da estrutura familiar está em andamento já faz um bom tempo. Seja prol consumismo, seja prol outros intuitos que veremos em breve!


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

VIOLÊNCIA NO LAR: ALGUNS FATORES

Muitas vezes os pais perdem sua paciência e espancam seus filhos. Podem estar com medo, com ansiedade e não saber o que fazer, então pensam que estão educando ao dar uma surra em seu filho. Imagine o seguinte exemplo: a mãe está conversando com a vizinha do seu prédio e vê sua filha de 3 anos de idade debruçar-se na janela do décima andar.

Nesse momento de ansiedade a mãe pode correr para a filha, tirá-la de lá, e como está muito preocupada, sem saber o que fazer, com um pouco de culpa por não ter olhado melhor para o quê a filha estava fazendo, dá-lhe uma surra.




A mãe diz que a surra vai servir para que a criança lembre do momento de perigo e que, apesar de “doer mais em mim do que nela”, deve fazer isso para o “próprio bem da filha”.Veja só, na verdade, esta mãe estava sem saber o que fazer e extremamente nervosa com a situação de perigo. Com a surra, ela conseguiu somente aliviar a sua angústia e raiva, mas em nada [benéfico] ajudou a sua filha.




Sobre esse assunto, Lisboa (2006, p. 55) se manifesta, em linguagem contundente, afirmando: Eis como você cria uma criança violenta: ignore-a, humilhe-a e provoque-a. Grite um bocado. Mostre sua desaprovação a tudo o que ela fizer. Encoraje-a a brigar com irmãos e irmãs. Brigue bastante, especialmente no sentido físico, com seu parceiro conjugal na frente da criança. Bata-lhe bastante. Eu adicionaria: ameace-a, castigue-a, engane-a, minta-lhe, seja permissivo, ensine-a que o mundo é dos ‘vivos’, vangloriando-se diante dela de atos dos quais deveria se envergonhar (...).

A violência contra a criança e adolescente é vista atualmente como um dos maiores problemas de saúde, e causa de morte nas nações.



Outro tipo de violência, que vem de fora de casa, e adentra aos lares de forma silenciosa, é o bullying: outro gerador de dor e sofrimento. E só tende a aumentar, caso não seja revertido a situação, pois, a cultura musical e televisiva atual é em muito de apologia à violência física, sexual, moral e outras mais.

Crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo.

Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer tanto um homicídio quanto um suicídio. O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário.






FAMÍLIA EDUCADORA

A família é considerada uma instituição responsável por promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento dos mesmos no meio social.

O papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo é de fundamental importância. É no seio familiar que são transmitidos os valores morais e sociais que servirão de base para o processo de socialização da criança, bem como as tradições e os costumes perpetuados através de gerações.



O ambiente familiar é um local onde deve existir harmonia, afetos, proteção e todo o tipo de apoio necessário na resolução de conflitos ou problemas de algum dos membros. [As relações de confiança, segurança, conforto e bem-estar é que proporcionam uma boa unidade familiar].

Os laços afetivos formados dentro da família, quando positivos, favorecem o ajustamento do indivíduo aos diferentes ambientes de que participa.




Quando de laços negativos, porém, podem dificultar o desenvolvimento, gerando problemas de ajustamento e dificuldades de interação social.

Os vínculos afetivos, a autoestima, o autoconceito e as formas de interação social são fortemente influenciados pelas figuras parentais (Dessen e Polonia, 2007).

Já a escola, nesta conjuntura, tem a função de completar, auxiliar e até impulsionar o processo educativo humano; não sendo ela a primeira responsável pela educação de indivíduos e de seus filhos.





Em meio a tantas mudanças e dificuldades, muitos pais ficam perdidos sem saber como educar seus filhos. Incertezas e uma certa dificuldade sobre como educar os filhos sempre houve em qualquer época.

Entretanto, atualmente as coisas têm se complicado ainda mais para o lado da família e crianças: por estarem as crianças expostas a todo tipo de influência, e com os pais muito ausentes, ora por exigências do trabalho ora por outros motivos de força maior, e, ora por ignorância, insconsequência, imaturidade, dentre outros mais aspectos.

Independente de qual tipo de pais, esse tipo de situação só vem fazendo aumentar as dúvidas e incertezas sobre como agir junto aos filhos. Famílias harmoniosos: quantos sabem o que vem a ser isso?




A cultura capitalista exalta o valor do indivíduo, garante a ele a apropriação privada da riqueza, feita pelo trabalho de todos, coloca como mola de seu dinamismo a concorrência de todos contra todos, visa maximalizar os ganhos com o mínimo de investimento possível.




Ela procura transformar tudo em mercadoria, desde a mística, o sexo até o lazer para ter sempre benefícios e ainda instaura o mercado, hoje mundializado, como o mecanismo articulador de todos os produtos e de todos os recursos produtivos.



O PECADO MAIOR DO CAPITALISMO


O pecado maior do capitalismo: é o risco do ecocídio e do biocídio. E que deveria ser repassado a todos via carta, correspondências, reuniões e etc.; e que aqui, fora acrescido de palavras e anseios de Pena Branca e Xavantinho, dupla de músicos de raiz. Somado aos demais que já vimos e veremos, assim interpretando a música Cio da Terra.

“A partir de 1972 a desertificação no mundo cresceu igual ao tamanho de todas as terras cultivadas da China e da Nigéria juntas. Perdeu-se cerca de 480 milhões de toneladas de solo fértil, o equivalente às terras agricultáveis da Índia e da França combinadas. 65% das terras, um dia cultiváveis,  já não o são.”



“A irrigação extensiva associada à utilização de substâncias químicas leva à salinização das águas, por não terem tempo de refazer os nutrientes perdidos. Metade das florestas existentes no mundo, em 1950,  foi abatida.”

“Nos últimos 30 anos foram derrubados 600 mil km2 da floresta amazônica brasileira, o equivalente à Alemanha unida ou a duas vezes o Zaire. Os imensos reservatórios naturais de água, formados ao longo de milhões e milhões de anos, foram neste século sistematicamente bombeados e estão próximos à exaustão.”




“Nos inícios do próximo milênio, a água potável será um dos recursos naturais mais escassos. Far-se-ão guerras para garantir o acesso às fontes de água potável. O petróleo e o carvão, formados ao longo de 100 milhões de anos e depositados nas profundezas da Terra ter-se-ão exaurido nos meados do próximo século.”

“Tanto a água quanto o carbono foram sepultados cuidadosamente pela Terra para estabilizar seu clima. Agora foram trazidos à tona e devolvidos ao espaço com desequilíbrios que ainda não podemos adequadamente medir.”

“Por volta do ano 2030 o cobre, a bauxita, o zinco, o fosfato e o cromato ter-se-ão extinguido quase totalmente. Por detrás deste processo de pilhagem, se oculta uma imagem reducionista da Terra. Ela é vista apenas como um reservatório morto de recursos a serem explorados.”








Fonte: Leonardo Boff