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sexta-feira, 20 de maio de 2016

O GUARDIÃO DOS SONHOS - em breve

Devido N carências e limitações junto à sociedade, mais o intuito de transformação por parte de um grupo humano-profissional, surge então O Guardião dos Sonhos, visando o propiciar de pedagógicas ferramentas, técnicas, dinâmicas e literaturas à transcendência de realidades de personagens e ambientes ligados à mediação de saber/aprendizagem e multiculturas: aos grupos docentes, discentes, pais/responsáveis, lideranças comunitárias e etc.; frente suas limitações e necessidades filosófica, pedagógica, literária e cultural-artística; utilizando de Oficinas Pedagógicas, Universo de Contação de Histórias e Palestras; acrescido de festivas aberturas e encerramentos.
Um articulado e contextualizado conjunto de aspectos, ações e saberes a maturar ou propor alternativas e possibilidades via ação-reflexão-ação, empreendedorismo, criativos desafios, e etc. É ciência humano-literário, filosófico-cultural e místico-artístico em 70% de prática à habilidade de mediar saber e contar histórias: a Guardião de Sonhos.
Da Oficina, que engloba a maioria dos objetivos mencionados, e utilizando das palavras de Camila, Laís e Joseane em seu artigo, visa-se com esta o edificar de conhecimento com ênfase na ação, sem perder de vista a base teórica, pois, as oficinas conceituam como sendo “um tempo e um espaço para aprendizagem; um processo ativo de transformação recíproca entre sujeito e objeto; um caminho com alternativas, com equilibrações que nos aproximam progressivamente do objeto a conhecer”; é uma oportunidade de vivenciar situações concretas e significativas, baseada no tripé: sentir-pensar-agir, com objetivos pedagógicos; com ela se promove apropriação, construção e produção de conhecimentos teóricos e práticos, de forma ativa e reflexiva. (Paviani, 2009).
Indispensável à oficina, é a dinâmica (de dynamis, palavra grega que significa força, energia, ação), e o lidar com dinâmicas; compreender e lidar com o movimento e expressões, enfatizando as expressões humano-pedagógicas: num propiciar de coordenadas técnicas prol objetivos específicos à realidades determinadas – o que, como, formas variadas, quando e com o quê; considerando o conjunto das forças envolvidas na atividade humano-pedagógica. Deixando claro ao cursista a existência de variáveis.
Da Contação de História, como ferramenta pedagógica conjunta às demais prática de ensino, destacar a expressão corporal, música, ambientação, narrador e interatividade, objetivando a manifestação de sentimentos, pensamentos, ideias, conceitos e sensações internas, ou ambas simultaneamente, dentre outras perspectivas: o exprimir de algo por meio de sons, seguindo regras variáveis conforme mensagem, melodia, letra e etc.; a composição de elementos físicos e/ou virtuais que definam o espaço cênico, bem como todos os objetos no seu interior – as cores, texturas, estilos, pequenos objetos... –; e os caracterizadores de personagem, como base a perfis psicológico, filosófico, pedagógico e outros mais.
Imprescindível nesse contexto e conjuntura de oficinas pedagógicas, articulados culturalmente, será a apresentação de reflexões e vídeos-homenagens aos povos imigrantes e culturas deste País; encontrados na internet, cujo conteúdo encontra-se citado em os livros didáticos de ensino fundamental e médio. Da mesma forma, a apresentação de vídeos referentes aos maiores pensadores, artistas da história global e suas obras: Aristóteles, Sócrates, Pitágoras, Confúcio, Isaac Newton, Mahatma Gandhi, Martin Luther King Jr, Beethoven, Frédéric Chopin e outros. E..., quanto à Literatura Nacional: Pena Branca e Xavantinho, Zé Ramalho, Almir Sater, Martinho da Vila, Alceu Valença, Legião Urbana, Titãs, Lenine, dentre outros.
Da música, como ferramenta a maturar e/ou desenvolver as capacidades emocionais e psíquicas humana: a promover/facilitar estados e ambientes de equilíbrio, de bem-estar, de concentração e ao desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico. Esta que também afeta demais seres da fauna e flora em suas possibilidades existenciais.
Considerando o emprego de inter e transdisciplinar nesse projeto, em ações articuladas com as instituições envolvidas prol conhecimento a arte acessível à sua clientela e comunidade em geral, ter-se-á assim a ocorrência de mais vinte e três (23) palestras divididas entre as cidades sedes, com vinte por cento (20%) de vagas gratuitas, mais as obrigações legais. Com temáticas contextualizadas dentre a vida de campo & vida urbana, questões educacionais, e as contações de histórias.
E nesse contexto, a participação de cursistas: com encenação/apresentação valendo horas à certificação; engrandecendo o curriculum de vida dos mesmos. E esses últimos, podendo participar dos atos de encerramentos.
Haverá também, um dia de atividade de arborismo, em cada cidade e com cada turma, a ser promovido em articulação com Corpo de Bombeiros locais, Escoteiros, Psicopedagogos, Terapeutas e demais integrantes da equipe deste Projeto: um dia ao “quebrar gelo”, superar obstáculos, enfrentar o desconhecido, poder falar, e ter ensinamentos a receber referente ao momento vivenciado.
Ainda... Por este Projeto transcorrer em duas fases (de agosto a dezembro de 2016, e, de março a junho de 2017), ao fim de cada fase os Contadores de Histórias promoverão apresentações em cidades vizinhas às cidades sedes: será uma caravana, aberta a novas cooperações, aproveitando de calendários festivos.         
Com essa dimensão cultural-pedagógica, dentro duma estratégia publicitária, objetiva-se um disseminar de conhecimento, cultura e experiências à população em geral; a qual observará em os cursistas outras formas de ver, abordar e lidar com as diversas realidades pedagógicas, literárias, culturais e etc.