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terça-feira, 3 de novembro de 2015

DO APREENDER À MEDIAÇÃO DE CONHECIMENTO: O APRENDIZ, A SABEDORIA E OS ME...

VISANDO COLABORAR COM O PROCESSO EDUCACIONAL DE APRENDENTES (ESTUDANTES), UNIDADES FAMILIARES, DOCENTES E COMUNIDADE EM GERAL, PROL MATURAÇÃO, TRANSCENDÊNCIA DE INDIVÍDUOS E DE SOCIEDADE A UM ESTADO DE PAZ E ILUMINAÇÃO INTERIOR, POR MEIO DA MEDIAÇÃO DE CONHECIMENTO E SABEDORIAS UNIVERSAIS, ENTÃO, VEM ESTE PROJETO APRESENTAR E ENFATIZAR 'N' FORMAS DE CONFECÇÃO E PROMOÇÃO DE DINÂMICAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS, CONJUNTAMENTE COM SEUS RESPECTIVOS MATERIAIS E CONTEÚDOS. 

COMO EXEMPLO DE AS DIVERSAS FORMAS, A UTILIZADA NA CONFECÇÃO DESTE VÍDEO: COM MATERIAIS E FERRAMENTAS ENCONTRADOS NA INTERNET: MÚSICAS, IMAGENS, VÍDEOS, TEXTOS, GRÁFICOS E ETC.; QUE EM SUA CONJUNTURA ABRANGE ‘N’ ÁREAS DO SABER; PERMITINDO UM LEQUE MAIOR DE OBSERVAÇÃO E AÇÃO; TAMBÉM DE UMA SADIA CURIOSIDADE.

OU SEJA, UM PROJETO QUE VISA A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ORIUNDOS DE LITERATURAS DIVERSAS; PODENDO SER ENCONTRADOS EM COMÉRCIOS DE LIVROS USADOS (SEBO), NO COTIDIANO POPULAR, FILOSOFIAS DE VIDAS, SISTEMAS DE CRENÇAS DE HOJE E DE OUTRORA, EM OFICINAS E ATELIES DIVERSOS, BIBLIOTECAS, ESCOLAS, UNIVERSIDADES, NO CINEMA, ARTES PLÁSTICAS E ETC.

POR ENFATIZAR MAIS AS PRÁTICAS DINÂMICAS DO QUE TEORIAS, ENTÃO, ESTÁ ELE POR APRESENTAR LITERATURAS, FERRAMENTAS E PRÁTICAS VOLTADAS AO DESPERTAR, À BUSCA, APRIMORAMENTO E TRANSCENDÊNCIA DO APRENDENTE, À TRANSCENDÊNCIA DO SER; TANTO NOS ASPECTOS APRESENTADOS AQUI QUANTO EM OUTROS A SEREM APRESENTADOS EM MOMENTOS VINDOUROS. 

ASSIM, UM PROJETO QUE FUNDAMENTA-SE EM BASES, LEIS E INFORMAÇÕES DE CUNHO UNIVERSAL PRÁTICO-TEÓRICO (EMPÍRICO, CONSTATADO, CERTO), PORTANTO, ALGO QUÂNTICO, COSMOLÓGICO. 

PORTANTO, E REAFIRMANDO: A UM PROCESSO EDUCACIONAL VOLTADO À TRANSCENDÊNCIA, PAZ, E ILUMINAÇÃO; AINDA MAIS EM ÉPOCA COMO ESSA QUE VIVEMOS.


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS APLICADAS, ESPIRITUALIDADE E SOCIEDADE: COMO ENCONTRA-SE A HUMANIDADE INTERIOR DE CADA PESSOA, E POSTERIORMENTE A DA SOCIEDADE?

O que é educação; quem educa o quê? E quanto ao Íntimo de Paz em cada um de nós: expressamo-o conscientemente, ao menos junto à nossa família? E nas escolas: os docentes, estudantes, pais e responsáveis? O que está acorrendo nesse mundo forjado por pessoas, distribuído sobre o Globo Terrestre? E até quando continuará perpetrando essa Ilusão Maya?
Inicia-se com essa publicação um conjunto de palestras, vídeo-aulas, reflexão e outras mais ferramentas voltadas às questões educacionais; no tocante de Luz-Paz às indagações anteriores: pautadas em Ciências Aplicadas e Espiritualidade; junto às notórias pesquisas científicas de hoje e de outrora, também junto aos maiores Sistemas de Crenças vigentes de hoje e de outrora.



domingo, 31 de maio de 2015

PISTIS SOPHIA

Um livro sobre as orientações e direções (práticas e ações), além outros aspectos instrutivos para além de teorias e parábolas, que Jesus Cristo (Yeshua Hamashia) promovia junto aos Apóstolos; após sua ressurreição.

Na essência desse livro, na sabedoria que ele trás, percebe-se notoriamente a iluminada congruência de seu teor junto ao encontrado em os Livros Sagrados, e/ou Sabedorias, de os maiores Sistemas de Crenças no Planeta; enquanto aquilo que sai do campo da teoria, supera dor, sofrimento, fanatismos, idolatrias (...), e assim avança ao estar em Paz Interior;ou estado de presença interior; independente de as circunstâncias de vida pela qual se está a passar.

Seu teor aponta ao mesmo encontrada nas escolas iniciáticas: do Budismo, Hinduísmo, Taoismo, Xintoismo, Escola Egípcia e etc.

Independente de ser um analfabeto ou um PHD erudito doutrinário teológico, sem as práticas, não se consegue interpretar e caminhar a um desvelar dessa obra; utilizada por várias instituições e escolas iniciáticas: quanto mais se avança em as práticas de eliminação de agregados psíquicos (eus-egos), também transmutando energias, e se cresce em a caridade desinteressada, mais se consegue compreender (trazer/apreender em prática a Si) a sabedoria-luz da vida.

Por hora, encerro nessas poucas palavras, que nem se aproximam do que venha realmente ser, não mais o livro Pistis Sophia, mas, Pistis Sophia: pois, trata-se de um caminho individual, e que precisa de muitas ajuda; é algo paradoxal; que transcende interpretações meramente intelectual; podendo ser tranquilamente averiguada, constatada, percebida, tocada e vivenciada; está em todo local.


Fonte:

domingo, 10 de maio de 2015

O OLHO DE HORUS: UM POUCO DE EGÍTO DE OUTRORA E SUA VERDADEIRA HISTÓRIA

A quem desconhece e deseja conhecer um pouco da Verdadeira Essência da  praticada Religião Egípcia, sua espiritualidade, filosofia, ciência, arte, edificações & pirâmides, e iniciação; sua verdadeira finalidade e propósito à iluminação consciencial.

A quem quer compreender a real semelhança entre Essa e o encontrado nos livros sagrados: Bíblia, Pistis Sophia, Bagavadguitá, Mahabharata, Torá..., também, nos Ensinamentos Budistas, Xamanistas, Crenças Mediterrâneas e etc.; prol transcendência mental, emocional, medicinal/saúde, arquitetônico, psíquico, que dentre outros voltam-se à iluminação consciencial.

A quem quer saber o real motivo de se ter construido as Pirâmides do Egito e outras mais Edificações que a elas se somam em finalidade e propósito, também o como fora feito, e um pouco do motivo de tantas pirâmides aos redor do mundo, somada às encontradas no fundo do oceano, e em o que toda sua finalidade e propósito se assemelham aos Livros citados anteriormente...

Eis aqui um documentário tranquilo e interessantíssimo: quanto ao estado alcançado nessas iniciações à transcendência (total despertar/iluminação), as palavras ditas ou escritas não conseguem expressar e levar o leitor ou ouvinte a sentir seu efeito, pois, o alívio de quem superou/libertou-se duma doença terminal, vício, crise socioeconômica, situação de extermínio e etc., é diferente do sentimento ou interpretação alcançada por quem lê ou escuta o fato ocorrido...

Quanto ao fim, ou possível diminuição, de quase todo grupo humano ligado à Matriz Egípcia, e o como muitas "coisas" foram sendo desvirtuadas até pelo próprio povo da época, somado ao porque posteriores religiões/igrejas, academias e ideologias diversas reescreveram a história Matriz conforme sua forma de ver o mundo e seus interesses (até o pondo na marginália e profanações), chegando às paranoias que se propagam em diversos locais, além outros aspectos, eis outro assunto muito complexo...

Um bom documentário: Aproveitem...




domingo, 26 de abril de 2015

SUPERAR, TRANSCENDER, ILUMINAR-SE E TOCAR EM FRENTE

Tem certeza que conheces ou sobre Educação, ou sobre Religiosidade, ou Psicologia, Filosofia, Psiquiatria, Mecânica Quântica e Literaturas Diversas?

No Planeta Terra há religiões, filosofias de vida, grupo de pessoas, que dentre outros, constituem-se em pessoas ou grupos voltados a buscar transcendência interna e externamente às suas realidades existenciais, e/ou estados ilusórios de vida.

Há iluminados saberes, infinitas práticas transformadoras, N literaturas ligadas a esses, deixados pelos Seres de Luz que aqui passaram (Yeshua Hamashia - conhecido por Jesus Cristo -, Buda Shakyamuni - como - Sidarta Gautamae -, Krishna, Lao-Tsé, Maomé, dentre outros diversos antes de depois.

Seres os quais deixaram claro que seus ensinamentos voltam-se ao libertar e iluminar-se; necessitando que cada qual tome sua iniciação e vá até alcançar total iluminação: ou que tome sua cruz e siga-me, numa alusão ao exemplo que fora dado de o como deve ser feito para que se alcance/retorne à fonte/casa/origem.

Contudo, que assim não está a ocorrer coletivamente, devido tudo o que fora deixado por esses Seres, ainda mais nos casos em que livros foram as formas de transmissão do saber transcendental, terem sido alterados-profanados por inconsciente pessoas, posteriores aos discípulos dos Mestre Iluminados, de forma que a população não descobri-se modos e formas de libertar-se tanto de si mesmo (de suas mazelas interiores) quanto das ilusões gerais (o mundo); que somados, constituem-se em a ilusão maia, matrix e etc.

Assim, tendo instituições de cunho religioso, e surgindo outras, equivocadamente a utilizar de livros sagrados (recortes/interpretações), práticas e doutrinas (oriundas desse modificado) prol à aglutinação e permanência de grupos humanos em seu interior; afirmando-se como a verdade, caminho e etc.; quando em prática, pouco ou em nada são espaço de libertação e iluminação; discordam, negligenciam e obstaculizam que isso seja descoberto pelo seu público.

O que, dessa forma, leva-se a ver um público, constante e conscientemente, pouco ou nenhuma vez trabalhando na eliminação de agregados psíquicos em si mesmo, os egos.

Assim predominando o orgulho de ser solidários e caridosos, a raiva de ver o outro conseguir, o separatismo por ser grupo dos puros, a vaidade em expor-se como sendo do grupo ou religião "fulano de tal", os luxos financeiros, a secreta prostituição enquanto casal, e etc.

É uma cultura em que tudo se mantém às "escondidas", pois, deve-se proteger, principalmente, a instituição - nesse caso, uma organismo-célula alienadora e, paradigmamente, concretadora de consciências, pois, nessas perspectivas e suas conexões, consegue-se afirmar como sendo a única e absoluta: não passando de uma "casca" bem maquiada, escondendo seu verdadeiro tipo e teor enquanto tronco, sua verdadeira forma.

Calma e Paz: algo tem que ficar bem claro quanto a tudo isso - estão cumprindo um papel importantíssimo, isso que já é uma outra conversa. Portanto, não podendo ser tratados como cruéis e sanguinários seres em frentes de batalha. Um dia terão que se libertar. Também e importantíssimo: será que somos nós mesmos, essas pessoas, ou ainda pior?

É aí que entram as escolas e culturas de iniciação à transcendência, espalhadas por tudo mundo. Iniciações essas que vem sendo apresentadas em diversos filmes, conscientemente ou não, os quais usam de alegorias, contextualizações e outras mais situações de forma a atingir determinados públicos. E sempre denotando como são tratados os que se libertam e os que estão libertando-se, pois, são pessoas que não enquadram-se nos sistema predominante-vigente...

Deixo aqui dois filmes nessas perspectivas, a título d'um entretenimento, auto-observação e pesquisa quanto ao nosso estado de ser. Ressaltando que os mesmo não apresentam as apropriadas ferramentas sobre o como iluminar-se: a função enquanto filme é outra.

Cuidado com suas interpretações: a mente tende a nos enganar, principalmente se é uma pessoas tomado por egos!
 Gratidão.

 



quarta-feira, 22 de abril de 2015

VIDA & EDUCAÇÃO. FÉ & POLÍTICA

TODA ADMINISTRAÇÃO, LEGISLAÇÃO E JUÍZO (GOVERNOS, IGREJAS, MERCADOS, POPULAÇÃO, ONGs...) QUE NÃO TEM A VIDA E A EDUCAÇÃO COMO PRIMORDIAL (PRIMEIRO), ESSENCIAL E DEVOCIONAL..., OU SÃO CONTRÁRIOS À VIDA OU SÃO ILUDIDOS TOLOS FUNDAMENTADOS EM ERUDITAS POLÍTICAS DOUTRINÁRIAS INSTITUCIONAIS; FORJADAS À SEMELHANÇA DE SI MESMO.


VIDA & EDUCAÇÃO: CONSCIÊNCIAS ILUMINADAS - PAZ NO MUNDO

A VIDA É PAZ. O “MUNDO” PRECISA DE PAZ, E ELE ACABA. E A VIDA CONTINUA A FLUIR EM PERENE PROFUSÃO. MUNDOS SURGIRAM E SURGIRÃO.

NA PAZ ENCONTRA-SE A FELICIDADE. FELICIDADE É CAMINHO. EM FUSÃO E FASE COM ELA NÃO HÁ DOR, SOFRIMENTO, NEM MORTE.

PERMANECE A INDIVIDUAÇÃO. NASCEM CRIANÇAS, FILHOTE, VEGETAIS, MINERAIS, ELEMENTAIS E ETC.

NÃO É DOUTRINA IDEOLÓGICA, INTELECTUAL E/OU TEOLÓGICA DO SEGUIMENTO “A” OU “B”.

NÃO É SEPARATISMO MANUTENIDO POR ERUDITOS POLÍTICOS DE DOUTRINAS IDEOLÓGICAS OU “RELIGIOSAS”.

É O QUE É. É LEI. É NOTÓRIO, PERCEPTÍVEL, ACESSÍVEL, TANGÍVEL, REAL, E ETC.


QUE A VIDA FLUA!

CRIANÇAS NASÇAM!

SEM ABORTO, CONTINUE!


domingo, 29 de março de 2015

ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS RECONHECEM QUE HÁ VIDA EXTRATERRESTRE?!

Creio que a expressão mais correta seria a de preparar uma população ainda manipulada/dormente a aceitar sem pânico e caos o que já se sabe desde sempre em várias culturas antigas, e que não se consegue mais encobrir, daqueles que nunca deixaram de aqui visitar e observar.

O épico Mahabhárata (escrito a cerca de 5.000 anos), o Livro Sagrado Hindu, afirma até sobre a existência e utilização de bomba atômica; utilização essa que já fora confirmado/constatado por pesquisas arqueológicas ao redor do mundo [...]; assim cita Ele:

"Um único projétil, carregado com todo o poder do Universo. Uma coluna incandescente de fumaça e fogo, tão luminosa quanto mil sóis, ascendeu em todo o seu esplendor… era uma arma desconhecida… a qual reduziu a cinzas a raça inteira dos Vrishnis e dos Andhakas…"

Aos sistemas de crença antigo isso não é nenhuma novidade, assim como se percebe também em o xamanismo, e etc.

Afora isso, tem-se ainda o Ministro da Defesa do Canadá, publicamente afirmando essa existência, visita e outras mais situações; tem-se as pesquisas e tecnologias do brasileiro Hélio Couto (com mecânica quântica, espiritualidade e unicidade) referente a outras dimensões e transferência de informação e conhecimento para cá; também sobre as vidas "extraterrestres"; as pesquisas de Laercio Fonseca (com física quântica, ufologia, espiritualidade e unicidade)... Enfim, há um vasto grupo nessa área.

 
http://heliocouto.blogspot.com.br/2013/03/extraterrestres-entre-nos-i.html


http://www.gnosisonline.org/antropologia/provas-das-guerras-atomicas-no-passado/



domingo, 15 de março de 2015

CALMA, É PAZ, DA ALMA: É LUZ INTERIOR, À SENDA




Liberte-se dos “eus” em si mesmo: orgulho de si mesmo, ira, preguiça, vaidade, fornicação, pensamentos odiosos, ganância, vícios, [...]; entes separatistas, à dor, sofrimento [...]. Os egos, da matrix, ilusão. Conheces a respeito?  

Tem como libertar-se sim! É tudo uma questão de se estar em “contato com...”, e permitir o exponenciar de a essência em si mesmo, que é nós mesmos, em Luz-Consciencial: chamada também de Partícula Divina, a Partícula do Todo, D’US, Tupã, Atom, Grande Espírito, Deus... É e está em todos os viventes; é a Paz-Vida-Luz mantenedora e fonte de energia vital ao vibrar e pulsar do coração, mente e etc.; não há como Dela se desconectar; o mundo secular é ilusão de iludidos; não há morte; só mudança de..., ou viagem entre..., entre as dimensões; e/ou formas de corpos a adentrar/usufruir.

Tudo o que vive, vive para sempre. Somente o invólucro, o que é perecível, desaparece. O espírito não tem fim. É eterno. Imortal. [...] Por que você se preocupa sem motivo? Quem você machucou sem motivo? Quem poderá te matar? A atma (alma) não nasce por isso não morre. O que quer que tenha acontecido, aconteceu para o bem. O que quer que esteja acontecendo, esta acontecendo para o bem. O que quer que venha a acontecer, acontecerá para o bem. Não tenha arrependimentos pelo passado. Não se preocupe com o futuro. O presente esta acontecendo... (Bhagavad Gitâ)

Contudo, há a ilusão e suas diversas facetas mantendo a matrix: essa pseudorrealidade social tridimensional que é tida e defendida a toda força como realidade última por muitas instituições. 

Uma ciência que estuda como é a realidade, como a Física, inevitavelmente tem de explicar como é a realidade última da nossa realidade. Traduzindo: O que é esse mundo em que vivemos? Onde estamos? Existe algo mais do que percebemos? Nós só vemos 10% do espectro eletromagnético. Só enxergamos 10% do que existe na à nossa volta. Seja nosso quarto, sala, cozinha, escritório, etc. Existe algo a mais do que esse espectro eletromagnético? Nós vivemos num mundo de ondas, de frequências eletromagnéticas. Essa percepção de uma realidade sólida é pura ilusão dos sentidos. Estamos presos dentro de um corpo que tem sérias limitações de percepção. Um cachorro escuta mais do que nós, por exemplo. O que os físicos sempre evitaram foi pensar no que significa cada descoberta da Mecânica Quântica. É muito mais cômodo ficar dentro da ciência pura ou tecnologia do que pensar em filosofia e metafísica. Isso mexeria com muitos interesses estabelecidos no mundo. Giordano Bruno foi queimado vivo na Inquisição por pensar livremente, falar e escrever. E qual foi o motivo da sua condenação? Dizer que existe vida em outros planetas! (Hélio Couto; Prosperidade III)

No entanto, antes de pautar essa questão em cunho institucional, algo se faz imprescindível clarear: toda instituição nesse Planeta só existe por força da existência de pessoas que a projeta, cria, conduz e defendem. Afora exceções.

É sobre esse que se falará a partir de agora: o indivíduo em singular; tendo raros a trabalhar sobre si mesmo, a praticar o desapego, a libertar-se; e a quase tudo que contrário ao ascender-se pôr-se a agarrar, ou agarrado permanecer. Também, o como esse se move em instituições.

Quais sãos as perdas pela qual você chora? O que você trouxe contigo que acha que perdeu? O que você fez que acha que foi destruído? Você não trouxe nada. Tudo que você tem veio daqui. Tudo que você tem oferecido. Você tem oferecido apenas aqui. Tudo que você tem, você tem de Deus. Tudo que você tem dado, você tem dado a Ele. Você veio de mão vazias e você partirá de mãos vazias. O que é o seu hoje pertenceu ao ontem de alguém e dia depois de amanhã pertencerá a um outro alguém. Você erra pensando que isso é apenas seu. E essa falsa felicidade é a causa das suas tristezas. Mudança é a lei do universo. (Bhagavad Gitâ)

Quem conhece a sua ignorância revela a mais profunda sapiência. Quem ignora a sua ignorância vive na mais profunda ilusão.  (Lao-Tsé)

Não só sobre ele como também sobre toda essa conjuntura global delicada pela qual passa a sociedade; perigando em Guerra Mundial, onde o que está faltando é o sim de um ou outro a se ter o estopim a um conflito até nuclear sem precedentes.

Um sim que se dará por não ser a Paz a Força Motriz da sociedade atual, como também não fora em outrora, até mesmo por instituições que, por suas características e finalidade estrutural, e a devocional em outras, deveriam ser prol à ascensão consciencial – à expressão da Luz Divina existente em si mesmo.

Uma maioria ainda continua a mover-se por medos, ganância, cobiça, ódio, consumismo, materialismo, individualismo, luxúrias sexuais, drogas, escravidão, separatismo, xenofobia e outros mais; os quais já se encontram introduzidos até nas doutrinas escritas e pedagógicas de muitos credos.  
Verdade! Sempre há exceções: aquelas pessoas e suas ações prol paz desinteressada à Vida alheia e/ou coletiva. E encontrando-se até mesmo em essas instituições. 

No entanto, algo lastimável enraizou e solidificou-se em a cultura global: é o permanecer escondendo-se atrás de uns e outros verdadeiros agentes da paz (ou assim ser justificativa); independente se é do mesmo grupo/cultura, ou dos aliados e distantes. 

Ou seja, uma minoria a agir: minoria que significa exceção ou mínimo; mais um motivo a pouca ou rara transformação plausível em grandes escala: tendo milhares senão bilhares a marchar guiados como gado marcado; cegamente a pidonhar sem saber que possuem em si mesmo aquilo que buscam em outros, ou Noutro que estão a pensar estar lá fora, ou distante. 

É uma lástima, mas, ainda predomina-se uma cultura em que muitos, senão a maioria populacional, esperam por um ou outro messias a resolver tudo. E assim continuam em suas terríveis mazelas interiores, assentadas em alguma “caixinha”, ou reprimindo-a fortemente, ou praticando-as; ou ambos os casos, até crendo já serem os escolhidos. 

Afora ainda, os que se encontram em cima do muro, outros em profunda dormência, outros se movendo mecanicamente via código teológico, ideológico, político, chegando até a exímios eruditos de doutrinas, e etc.

Não entenderam o recado (ação) a ser praticado, ou a oportunidade e tempo referente a esses ainda não chegaram a eles; que não é teórico; nem destinado apenas a esse ou aquele (ou aos escolhidos).

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. (Coríntios 13)

Tudo pode ser diferente! Contudo, assim continua-se a sociedade a mover-se e mover-se: e mover-se para lá, e para cá, e acolá... É mais ou menos como diz a música:

Ainda leva uma cara. Pra gente poder dar risada. Assim caminha a humanidade. Com passos de formiga. E sem vontade. 

Existe algo por trás de tudo isso; ou vários aspectos a seres resolucionados. E um deles, enormemente em atuação junto à população global, sob a forma de engenharia de consentimento, zona de conforto, comodismo, autossabotagem, cerceamento e etc.: é o medo. 

É via este, ou com ele, ou manutenindo-o, dentre outros aspectos, que ainda continua-se dominando, alienando e conduzindo-se populações em todo globo; ora via coerção/tortura física e morte/assassinatos ora como massa de manobra política – num incitar (ou ludibriar pessoas) a um identificar-se, indignar-se, e lutar, marchar, brigar e urrar, em ódio ter, raiva manifestar, à guerra se armar, num confronto travar [...]. 

Verdade! Existem as turmas do: “deixa disso”; “era para ser assim”; dos que se escondem; dos omissos; dos fugitivos e etc. 

Há um projeto inteligentemente arquitetado. O filme Matrix abordou isso em sua trama. Assim como o filme Lucy, Star Trek, Star Wars, Senhor dos Anéis, Hobbit e outros mais.   

Filmes esses que são pouco ou mal compreendidos pela maioria populacional: pessoas postas em formações (escolas, políticas, mercado, “religiões”...) que os “tapam” os sentido, bloqueiam percepções psíquicas, a pouco ou nada conseguir entender e compreender; principalmente de o como o sistema social tridimensional existente provoca dormência profunda.

Observe a sociedade atual e perceba como tudo caminha para uma “luta justa”, “divina” e quiçá de “misericórdia”: a um ideal-causa defender, sobre o qual nada ou lapso se conhece; de inconscientes pessoas manejadas e submissas a dominadas permanecer.

São os desejos e poderio de indivíduos/instituições preocupadas apenas com as próprias visões de mundo e interesses. 

Contudo, o ditado está correto, mesmo que tendo o feito ilusório viabilizado via inconsciência populacional: a população tem aquilo que merece ou escolheu ter.

Pessoas são transformadas em laranjas e bodes expiatórios de causas diversas; chegando, em muitos casos, a tornarem-se pessoas odiosas, desejosas por guerras, ou por escravidão sexual, vícios químicos e outros mais, ou ambos juntamente... Enfim: egos; chegando aos tomados pela cabeça de legião ira, luxúrias e etc.

Muitos apontam os dedos e julgam: “por que não saem disso”?; “estão assim porque querem!”; “se quisessem resolver, resolveriam!”... 

Não sabem ou percebem esses que assim também estão se movendo à mesma direção dos julgados; e por medo – do medo..., novamente esse..., em apenas quatro letras... 

O medo é a perturbação resultante da ideia de um perigo real ou aparente; uma apreensão [...] – a qual se percebe em quase toda sociedade; tendo uma maioria e seus pares puxando o peixe apenas a si mesmo, deixando o semelhante às minguas, ou destruindo-o, exterminando-o (seja belicamente, ideologicamente, filosoficamente, politicamente, teologicamente, [...] culturalmente). 

E claro: uma maioria inconsciente de que todas suas ações são manejadas tanto por si mesmo, enquanto agente passivo de uma elite intelectual doutrinária e monetária articulada, quanto por essa elite, também dormente na matrix – a qual crê estar acordada por gerir o sistema governamental e até religioso em vários países do globo.

O medo é algo pernicioso, surge sutilmente e vai se alastrando. Basta observar uma pessoa ameaçada e encurralada: qual a reação? Sentir-se-ia assim se fosse um ser iluminado; que já trabalhou e libertou-se de os vícios psíquicos mais internos, entranhado em si mesmo?

Observe a guerra política, de “religiões”, econômica, filosófica, literária e outras mais em andamentos em quase a totalidade do Globo: é uma lástima, mas, continuam sendo motivo, em diversos casos, de guerras, barbarias, crueldade, dores, sofrimentos e até trevas – um encurralando o outro. 

E muitos ainda persistem naquela velha estratégia de negar-se a existência de tudo isso, principalmente quando os fatos, olhares, desdobramentos psicossociais e espirituais acabam por “cobrar” de seus pares e instituições; sobre atos perversos/atroz contra a humanidade. 

Faz parte de uma estratégia, essa negação, juntamente com as esperadas ações futuras: formar nova safra de seguidores, tornando e mantendo-nos obtusos (pessoas sem percepção, entendimento, cognição, compreensão..., aceitando tudo facilmente, manejadas facilmente; quiçá a um exímio erudito com certificado de doutor ou até PHD, mas, apenas da doutrina/caixa na qual encontra-se: um androide programado). 

E por que dá certo? Já fora dito um pouco disso: ancora-se na instituída zona de conforto, comodismo, engenharia de consentimento, autossabotagem e “inquestionável lei imutável”: “era para ser assim”, “nasceu para ser assim”, “inferiores são”. E tudo caminha “redondamente”.

Todavia, esse modelo caminha “bem” até o momento em que surjam os efeitos colaterais de seu próprio processo: é muito cômodo ser conduzido ou escolhido, ainda mais quando se outorga a todos que vai dar tudo certo sem nada precisar fazer, a não ser que ou quando a caixa/matrix ordena.

Eis um dos momentos em que, ao se mexer no modelo de vida de um povo, algo terrível pode ocorrer: indignados e enfurecidos, lançarem-se à guerra contra aquele que “invadiu” seu território, lei, doutrina, posse, fiéis, e etc.

Ou seja, é um mundo de “paz e amor” enquanto não vir alguém relar em o patrimônio físico, de arquivos, literário, pedagógico, financeiro, clientela/servo, colégio eleitoral político, econômico...: assim se percebendo de épocas em épocas eclosão de guerras e extermínios. 

E com isso, ou nisso, o a manutenção ou ruir da forma de ilusão (do sistema/matrix): os acordos e tratados são instintos: “não quero mais alianças contigo”, “vou sair desse povo dessa igreja”, “que se ergam os muros, as cercas, as armas”, “nada de ecumenismo-religioso: eles para lá”... 

Questione-se: quem, ou quais pessoas, ou instituições, realmente não estão movendo-se à 3ª Guerra Mundial? Quem quer soltar o orgulho de si mesmo ou de sua instituição? 

E particularmente, questione-se: que sou eu nessa conjuntura? Eu entregaria a casa, carro, terras, motos, privilégios e poderes que tenho a troco da paz? Soltaria tudo? Até mesmas igrejas, bens dessas, papiros e etc.? 

Você, o seu ser, tanto quanto qualquer pessoa em todo o universo, merece o seu amor e sua afeição. (Buda). Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho. (Mahatma Gandhi)

As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo?(Mahatma Gandhi) 

O barril de pólvora não está só no outro, das outras instituições, outras culturas, país, religião, economia, e etc. Está em cada indivíduo, que pode ou não ser o agente da guerra, assim perpetrando caos coletivamente. 

E isso, independente de se estar no trono ou não, da maior ou menor igreja/religião do Planeta, da maior ou menor ideologia política, ou mercadológica, econômica [...] ou ambos juntos..., ou em nenhum desses: esses são compostos por pessoas. E cultuar pessoas, ou ser fã (fanático)... é algo muito preocupante.     

Seja rico ou pobre, da igreja ou de fora, da ideologia “A” ou da “B”, assim diz o ditado: quer saber da natureza de um indivíduo ou grupo de pessoas, então, ou tire todos seus direitos e posses, isolando-os nas piores das misérias, ou, dê todos direitos e posses em suas mãos, e assim descobrirás do que são capazes.

Os males com que afligimos ao próximo perseguem-nos, assim como a sombra segue o corpo. – As obras inspiradas pelo amor dos nossos semelhantes são as que mais pesarão na balança celeste. – Se convives com os bons, teus exemplos serão inúteis; não receeis habitar entre os maus para os reconduzir ao bem. – O homem virtuoso é semelhante a uma árvore gigantesca, cuja sombra benéfica permite frescura e vida às plantas que a cercam. (Krishna/Srimad Bhagavatam)

Não acredita nisso? Então deixe o outro e as instituições para lá um pouco e concentre em si mesmo. Observe o próprio estado de ser ao estar em pequenos ou diversos grupos: os populares por exemplo.

Em silêncio ou pensando sozinho, quando se está em meio a conversas com conhecidos ou desconhecidos, basta surgir qualquer situação de contrariedade e/ou ameaça (piadinhas, deboche, sarcasmo, hipocrisias e etc., ou o assunto de outra religião, partido político..., diverso do que se quer/aceita escutar) que o conflito começa; devido ao sim não dito aos desejos, estados mentais e pensamentos egoístas [...] em si mesmo – ao mim mesmo. 

É conflito a eclodir ou explodindo por não ter sido conversado sobre o time predileto, sobre a novela predileta, sobre o veículo novo, a propriedade nova, namoros e etc. 

Ou seja, por que não fora dito sobre aquilo que se refere ao mim mesmo, eu mesmo, minha pessoa, meu modo de ver e pensar, meu grupo da igreja, o quanto estou certo e etc. 

Eis algumas explicações sobre esse tipo de ocorrido: a partir do momento em que se identifica com o caso, irritações podem ocorrer, assim levando à indignação, ofensas e outros mais ligados a esse.

E é aí que algo terrível tende ou desdobra-se na maioria dos casos – o agregado psíquico da ira, em querendo continuar existindo, tendo poder, sendo o melhor, o “amigo”, o “líder”, o inteligente, o sábio, o dominador, etc. articula-se com outros mais agregados, se necessário, levando o indivíduo ou pessoas às vias de fato: violência e mortes.

Aquele que se encontra envolvido por esse agregado psíquico, em se vendo nesse tipo de situação (os deboches e escárnio, por exemplo), mesmo não sendo com ele o episódio, uma vez se identificando com a situação em ocorrência, tende a entrar no conflito; tornando-se até num realizador de terríveis truculências e mortes, mesmo que sua história tenha sido de uma pacífica pessoa.

Muitos que vivem merecem a morte. E alguns que morrem merecem viver. Você pode dar-lhes a vida? Então não seja tão ávido para julgar e condenar alguém a morte. Pois mesmo os muitos sábios não conseguem ver os dois lados dessa equação. (Gandalf/ O Senhor dos Anéis)

Não se trata nem de um impossível ou simplório episódio a se resolver, como jogar fora a água suja de um copo. 

Muitos não escapam desse cenário de acontecimentos devido a diversos fatores, tendo como um dos pontos iniciais disso, a já citada identificação: de pessoas identificando-se com as histórias, ofensas, palavras, emoções, culturas, pensamentos e etc. 

Eis aqui algo imprescindível a observar: o ato de identificar-se – que é uma boa chave para o não envolvimento, o não envolver-se! 

Identificar é tornar ou declarar idêntica a alguma coisa ou feito; é crer ter estabelecido, ou estabelecer, identidade com essa coisa ou feito.

Se assim se dá, o próximo passo é indignar-se: que é o mesmo que indispor, revoltar, e, por conseguinte, chegar a irar-se.   

Claramente que não fica só nisso! Existem as responsabilidades que recai sobre cada pessoa vivente, independente de sua crença ou paradigma: uma vez praticado o ato, algo terá que pagar.

Seja o líder ou liderado, uma vez não trabalhado sobre si mesmo, de forma a transmutar as energias e eliminar tudo o que compreende esse agregado, então, o caos pode ser apenas uma questão de tempo. Ainda mais quando se é líder, que pode arrastar grupos e milhares ao caos ou trevas.

Sejam um ou o outro, muitos junto a esses creem serem pessoas de paz por nunca terem entrado em conflitos pequenos, médio ou de grandes proporções, além, ou conjuntamente, dos casos anteriormente citados. 

Contudo, quantos manteriam equilibradas sobriedades ao ser ver sem empregos, marido ou esposas, filhos, veículos, casas e propriedades diversas? 

Quantos assim se manteriam em se vendo sem direitos, sem voz, ao total descaso? E se vendo sem aquilo que faz terríveis bichos furiosos internos (agregados psíquicos) agirem como predadores até em canibalismo – a fome –... Quantos se manteriam equilibrados? 

Uns com muito e outros com pouco ou quase nada! Um dia em cima, noutro embaixo. Vejam a questão indígena, sem teto, sem terra, sem comida, sem hospital, sem escola, sem pai e mãe [...], em todo Globo Terrestre! Quem está certo e quem está errado nisso tudo!? 
   
Quando criança se briga por doces, refrigerantes, brinquedos, amigos, espaço, carrinho, bonecas, objeto e etc. E quando se torna adulto se promove crueldades, guerras e babarias por força da gula, bebedeira, automóveis, comida, imóveis, terras, cônjuges e etc.: as posses...

Por fator de inconsciência (não contato com a Luz-Paz na senda – num agir via mente do coração) algo pernicioso ainda permanece a conduzir a população global a terríveis crueldades inimagináveis; ao desastre ou precipício: é o medo, juntamente com aquele que de forma sutil e voraz leva todos sob seu domínio aos campos de guerra, a ira.

E quando essa combinação se dá algo ocorre, pois, trata-se de um agregado psíquico cuja força e latência gera palpitação e frio no coração, e que conduz indivíduos facilmente ao fazer, ceifar e eliminar de opositores e inimigos –; juntamente caminhando com as demais cabeças de legião e seus tentáculos. 

Não só nessas circunstâncias, contudo, ambos têm manifestações iniciadas ou influenciadas também pelo “escalão” inferior da ira: raiva, rancor, ódio, antipatia e etc.; que muito se expressa nesse modelo atual de sociedade, devido a disputas, competitividade, concorrência desmedida e etc. 

Com uma simples pesquisa pode-se constatar isso facilmente: vejam como a raiva encontra-se em as culturas esportiva, religiosa/igrejas, política, matrimonial, filial e etc.: com pessoas pondo-se a matar por força de R$ 1,00 não pago enquanto dívida! Já havia algo em latência naquele que praticou o ato doloso.  

A raiva é a sensação de cunho aversivo, senão odioso, que pode levar pessoas a destruírem-se via doenças psicoemocionais, ou por suicídio, e etc.; já noutros, nessa somatória ou não, ela é a sensação que os levam ao grande desejo de ataque, revidação e/ou aniquilação de possíveis opositores.

Em ambos os casos, ela pode estar rodeada por grandes cargas de fúria, ainda mais quando o indivíduo em questão se encontra, ou pensa estar, encurralado, isolado, desesperado, enfim, movido por pouca ou nenhuma paciência e consciência. 

Eis algo com o qual todos nós devemos no ater, enquanto aquilo a ser trabalhado e eliminado de si mesmo – a raiva, ódio, ira: é uma questão de acalmar-se (estar em ca-alma, alma), pois, assim não estando, uma simples fagulha pode ser o desencadear d’um impulso violento, que em muitos se move com uma cólera a outrem. 

Verdade: uma simples fagulha sempre está conectado à diversos outros fatores. 

“O homem de bem deve cair aos golpes dos maus como o sândalo que, ao ser abatido, perfuma o machado que o fere.” (Krishna/Srimad Bhagavatam)
A verdadeira coragem  não está em saber quando tirar uma vida, mas, sim, em quando poupar uma. (Gandalf; O Hobbit)

Seja em medo pequeno ou grande, acompanhado de destrutivas fúrias ou pequenas calúnias disfarçadas, em se vendo inferiorizado, pouco que seja, aversivos sentimentos e ressentimentos podem surgir. Assim podendo migrar aos atos já citados ou não; quando não caminha a outros despautérios.

Por exemplo: a predisposição cultural ao fazer justiça com as próprias mãos – algo perigoso, senão tenebroso.

Muitos assim o fazem devido a tantos melindres mentais que saracoteiam suas mente; de raízes oriundas no medo; tendo a mente em pensamentos latente, levando o indivíduo a ficar, ou pensar estar, controlando tudo, e assim querendo ou indo a agir prol fim de seu desespero, e etc. 

Muitos não agem assim, ou não agiram ainda, por falta de um pouco mais de força dessa latência mental, oriunda de um fraco estado psicoespiritual, de um estado existencial denso e tenso. Ou por que suas vidas ainda permanecem, em meio à conjuntura social, em alguma zona segura ou de conforto, assim escapando do caos ou a não promovê-lo. 

Também, por forças contrárias/diversas: ora por estar perdido nesse redemoinho ora por outros fatores, ou ambos simultaneamente; as variáveis são diversas.  

E não para nisso. A situação pode mover-se a desejos de vingança: lá dentro da cabeça, ou no corpo todo, surgindo povoados, densos e tensos “eus” promovedores de inapropriados, senão terríveis, pensamentos e sentimentos.

Um monte de melindres mentais a desdobrarem em dores e doenças terminais. Parte de uma conjuntura a tragar a pessoa envolvida de forma a alimentar o comichão que nela está hospedado: a ira. Não só esse, como também as demais cabeças de legião.

Não se esquecendo do rancor: um ressentimento intenso originado por ofensa à dignidade ou moral própria ou de outrem; ocorrido numa sequência de eventos vivenciados no passado. Também considerado como grande mágoa ou melindre, de quantidade descomedida de ódio guardado; uma cólera, raiva ou malquerença por algo ou alguém... Daí o motivo de tanta repulsa, antipatia ou aversão por algo ou alguma pessoa. Ainda mais quando acompanhado de angustia e amargor. 

Este comichão fica a promover, constantemente, suas articulações e conexões; momento em que medos se manifestam, assim gerando ideias de reação e quiçá vingança, migrando a ações fatídicas: “tenho que fazer alguma coisa”, “insultaram-me”, “era uma criança”, “eles nasceram para ser assim, inferiores, isto é imutável”, “profanaram tudo”, “eu na minha experiência”, “quem é você”, “tudo pela revolução”, “ se é a deus, pode, então executa!”, “sou formado nisso, liderei aquilo, formei aquilo e aqueles outros, e tu?”, “ninguém me tira daqui”, “vou escrever isso para atingir aquele um, ou aquilo lá”...  

A engenharia de ação dele, assim como das demais cabeças de legião, é tão bem construída que até mesmo as escrituras sagradas são utilizadas a justificar feitos nessa ordem; promovidos por pessoas dentro das diversas instituições no globo terrestre; já mencionadas anteriormente.

E usa-se o sagrado dentro d’um contexto prol o pseudo-sagrado a justificar a existência de “um deus castigador às pessoas cheias de erros, pecados e culpas perante a Lei Divina”: interpretações-desejos de indignados ou de ignorantes diversos  sob o que venha ser a Sagrada Lei; ainda mais quando se trata do outro – da outra cultura, religião-igreja, do outro mestre iluminado, lá do outro país, continente e etc.

Nem todo aquele que diz a mim: ‘Senhor, Senhor!’ entrará no Reino dos céus, mas somente o que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. (Mateus 7:21)

É como diz Confúcio em uma de suas falas a um general, em assembleia, o qual não fora enterrado com seu senhor quando o mesmo morrera (fator cultural da época), e que, na mesma assembleia defendia com veemência sobre a vida de um escravo fugitivo a ser enterrado vivo junto com seu senhor já falecido (no filme A Batalha pelo Império): “atribui a outrem aqui que não atribui a si mesmo”. 

E nisso acrescenta-se: assim quer impor por estar perdido em o mim mesmo, eu mesmo, o eu inferior – o ego – que se julga superior a todos, querendo sobreviver a todo custo; mesmo que a tal feito tenha que decapitar, assassinar, fuzilar, queimar, explodir [...] milhares; conforme se percebe em outrora.

Pessoas aos milhares, instituídas de poder popular, econômico ou religioso [...], que assim mantém tudo, ou quase tudo, como está e esteve em outrora; montando pedagogias de ensino, filosofia de vida, manejo político, estruturação de grupos e sociedades, enfim, compondo doutrinas, forma de ação e construindo “mundos”.

E assim, equivocadamente julgando e dizendo-se ser a favor da Luz-Paz-Vida, ou ao fim das mazelas sociais, dores e sofrimento –; ou que são da política/ideologia que sanará tudo; da mais isso ou aquilo; ora eleita pelo povo ora imposta tiranamente a ele, até mesmo ilusório fundo pacífico e até divino.

Mais uma vez, eis o retrato da ilusão que se vem citando desde o início: mantendo e gerando miséria, brutalidade, crueldade, truculência, caçadas, perseguições, mortes...; tendo como um de seus expoentes, além da cobiça e ganância dessas épocas de consumismo e materialismo, a ira, ou estado de ira; em seres que movem-se à guerra e caos. 

E quanto mais na periferia política, ideológica, religiosa, econômica, filosófica..., pior a situação: cegueira consciencial; alienação psíquica, moral e espiritual; miséria socioeconômica; manutenção da matrix/caos: alguns na periferia da miséria e escassez, outros na periferia da luxúria e soberba, afora outros tipos de periferia, e aqueles transitam de uma parte à outra: ambos em periferia.
Como isso ocorre em cunho institucional, raramente sendo percebido por quase todos indivíduos, sem assim descobrir a rota de saída!?

Outro tipo de periferia é o tal poder [ao tornar-se ou sendo eleito ao “poder”], promovido por vários e instituições já mencionados: via força política, controlam-se as bases de onde se poderia libertar toda população global da escravidão atual, da ilusão – sucateando e controlando a educação, saúde, segurança e alimentação, dentre outros aspectos.

Não é só com truculência que se mantém ou manteve esse modelo de poder. Com uma boa dose de diplomacia, falas macias, palavras bem elaboradas e postura de autoafirmação assim também se continua ocultando e destruindo uma pedagogia empírica (prática) prol o real fim das mazelas interiores do ser humano e sociedade.

Tratam-se de egos intelectuais-doutrinários, alguns afirmando-se prol ao divino outros contrário à existência divina superior, ou ainda, por pessoas que participam em ambos locais; afora forças de cunho tenebrosas; também os dormentes que por esse meio passam. 

Raros querem uma pedagogia que leve os indivíduos a libertarem-se dos piores, e até “sem cura” mazelas existenciais, seja entre os que dizem prol ao divino seja entre os contrários a sua expressão nesse mundo: desde que não os contrariem, que se permaneçam as doenças e sofrimento, o caos psíquico, as tormentas emocionais, o segregacionismo, separatismo, questões socioeconômicas, e etc. 

Uma pedagogia (de cunho prático, teórica, empírica) existente junto aos maiores sistemas de crença do Planeta; também nos povos que “misteriosamente” desapareceram, sem rastro deixar, e que a ciência convencional e as maiores instituições de crenças não querem ver explicado ao povo, relutando, por N motivos. 

Algo está por ocorrer! E quem ou quais entes se encontram por trás de toda essa conjuntura social tridimensional, guerras por poder e dominação, encontrado dentro de cada pessoa, líder ou não líder; a trucidar até em nome de seu deus ou ideologia político-econômica; ou aliando-se com aqueles que trucidaram, direta ou indiretamente?

Por hora, eis aqui um ente de terríveis guerras sendo apresentado N vezes nesse texto: um agregado psíquico comichão (um dos mais fortes), encontrado em mínimo de 98% da população global, se não for mais; sempre acompanhado pelo medo, como se fossem parceiros. 

Concordo! Quanto à ilusão, trata-se de algo que continua dominando e gerindo lideranças mundo afora, via controle de mentes, emoções, conceitos, doutrinas, ideologias, instituições de cunho religioso, filosofias de vida, política, mercado e etc.

E como se sabe que é uma ilusão!? Simples! Por se observar notoriamente uma maioria populacional, ou devotos, ou militantes, ou políticos, ambos, e etc., com quase ou nenhum resultado de ordem consciente em a Luz-Paz-Vida.

E ai de quem questionar o porquê de ser assim – não se questiona “coisas insondáveis do insondável”, muito menos se pode querer olhar para fora da ilha e das ideologias: “não precisa saber disso”, “eles são de lá, nós somos daqui”, “é cada um em seu espaço”, “não precisa fazer nada: essa pessoa e até você nasceram para ser assim”; “é lei incontestável e imutável”.

Uma questão interessante a se observar nisso tudo ou mais, é que muitos indivíduos nesse estado de ser também fazem alusão aos demais como sendo individualistas, separatista, equivocados “escolhidos” e puros, tolos iludidos e etc.: é aquele velho ditado – só o outro que é.

Tem-se ainda a questão de se implantar e manutenir a ideia de que aquele que abandona sua instituição e desobedece a suas lideranças está a outorgar a si mesmo a própria mazela socioeconômica, ou sofrimento, ou ser um fadado imaturo-sem-noção...; ou no caso de instituições de crença, um condenado pela lei divina, e etc.: “vejam  o que ocorre com quem está lá fora..., se estivesse aqui, não estaria assim!”. 

O homem superior atribui a culpa a si próprio; o homem comum aos outros. (Confúcio)

Vamos deixar algo claro aqui: não se pretende com esta reflexão tratar ou conversar sobre mais uma dessas ilusórias teorias de conspiração e falácias que se vê por aí!  

Nem querer implantar outra ideologia, filosofia, mercado, igreja e etc. Muito menos empregar atemorização de fins de tempos, ou de salvação, ou qualquer outro assim. 

Mas sim, de algo que cega a todos os que não trabalham sobre si mesmo: egos - o “querido” eu mesmo, mim mesmo, minha verdade, minha instituição, o meu deus, ou minha ideologia política revolucionária, ou meu caminho, ou meu político escolhido por minha igreja, dos escolhidos,  do meu país. Ou tudo junto. 

Pouquíssimas pessoas são ou foram apresentados empiricamente (via experimento) ao fato de que a felicidade é o caminho, e que ela não é o troféu lá no fim da maratona. E que ela está em todos os locais, que não é ideológico-mental...

Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos. (Confúcio)

Desconhecem que tudo é uma questão de estar em “fusão/estado de...” Luz-Paz-Vida, comprovado pela Mecânica Quântica como sendo “Aquilo de Vida” existente dentro de cada vivente.

Ou seja, é o Mesmo existindo em todos os viventes; tendo uma extensão aqui, outra ali e outra acolá; como sendo cada ponto d’uma teia de aranha – eis a Chispa Divina, ou Partícula de Deus.

É por falta de clarear – de esclarecimento via Luz-Paz na Senda – mais as ações dos egos, que se continua vendo uma população a perpetrar dor e sofrimento a si mesma: convictos sonâmbulos intelectuais (prol, equivocado ou contra Deus) a gritar suas verdades pensando estar acordado; mansos ou irritados eruditos políticos de doutrinas teológicas ou político-ideológica.

São esses: eleitos, outorgados ou no poder via tirania; permitido pela maioria, principalmente nas épocas atuais. Em todos os países, estados, no globo. Mudando seus feitos em alguns aspectos devidos N fatores. 

Os quais permitem, mantem ou promovem a ocorrência de barbarias e perversas crueldades em a sociedade, quando não aceitam as empíricas práticas e pedagogias de outros povos, ou crenças, ou épocas, por força de suas intolerâncias e seus justificados “sagrados” pontos de vista-verdades, e/ou ideologias políticas revolucionárias; enquanto dor e sofrimento se perpetram. 

O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons. (Martin Luther King)

Por N fatores muitos indivíduos ainda seguem pessoas meramente por elas proferirem belas, serenas, suaves e apaziguadoras palavras de cunho pacífico (religioso, política, economia...).

E assim a maioria, marcha conforme se canta na música: e ô.ô.ô vida de gado, povo marcado e, povo feliz. Assim aceito com plausível devido o credo de serem pobres e indefesas ovelhas a serem conduzidas; e que assim se põem, sem saber para onde estão indo, por que estão, como estão e etc.

Quem nunca ouviu por aí aquelas falas de líderes como se fosse pai “amoroso” de indefesas crianças: “deixe-me falar algo, meus filhos(as)”,  “meus amados..., depois disso só posso dizer-lhe a verdade”, “deixem-me dizer qual o caminho é o correto, rapaz)”, “depois que ver a coisa feia no mundo, voltarás para onde é seguro, ao “pai””... 

Pobres inocentes, também aqueles que os seguem: atrás de iludidos seres que se vestem como sendo escolhidos do bem e/ou da transformação necessária, e que assumem personagens ora de caso pensado por si mesmo e/ou de seu paradigma cultural sociopolítico e/ou teológico ora assumido tolamente (o que dá na mesma), como sendo o “ser revolucionário da paz, ou de deus, ou ambos simultaneamente, das transformadoras ideologias política”.

E ainda têm-se as demais partes dessa roupagem tida até como blindagem a si mesmo: de se ter uma graduação ou pós-graduação acadêmica, um posto hierárquico, farda doutrinária política, ou religiosa, ou econômica, ou ambas, dentre outras.

É orgulho e mais orgulho, que os inocentes e/ou os orgulhosos não sabem-percebem estar ligado à vaidade, a amiga da presunção, lá dos sobranceiros, desdenhadores, que rejeitam e segregam os de fora, que não são do grupo da verdade, dos escolhidos, maduros, revolucionários, perfeitos, puros e etc. 

Não entendam  as palavras anteriores como deboche, ironia ou escárnio: é uma lástima, mas, para a maioria populacional, em tendo uma boa colocação política interna e externa, somados a uma boa eloquência, desenvoltura, articulação, indicação e etc., pronto: és considerado o(a) senhor(a) fulano(a), és um líder.

No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos. (Martin Luther King)

Assim se encontra uma maioria ou quase a totalidade populacional: na natureza, movendo via ignorância intelectualizada e dogmatizada sob a forma de leis, verdades, credos, conceitos, grupos, acordos, tratados e etc.; alegando ser prol a ordem e paz no mundo. No entanto, sendo contrário ao despertar, iluminar e ascensão consciencial.

E é uma lastima: o sistema educacional, que assim é chamado, quase nada sabe e faz a libertar a população da ilusão. Como fora dito anteriormente, ele encontra-se sobre domínio-controle: formando professores, administradores, coordenadores e diretores já alienados; tendo um ou outro que escapa do sistema.

Não se tem e nem se quer uma educação libertadora, mas sim, uma que prepara pessoas ao mercado, como se diz por aí. Ou que prepare ao paradigma da cultura X ou Y. E é nisso que se encontra a alienação: o mercado tem seus donos, que também são pessoas dormentes; os paradigmas têm seus líderes, também dormentes e etc.

Todo ser humano experimenta diariamente três estados de consciência: de vigília, de sonho e de sono profundo. Esses estados não promovem nenhuma mudança vital na forma de ser do homem enquanto ele continuar experimentando a dualidade deste mundo, apesar de todo sucesso que possa ter alcançado. Um cientista famoso, um grande filósofo, um político, ou um homem de negócios não vão além deste plano de dualidade, além deste parque de diversões, se continuarem experimentando as forças do bem e do mal. O panorama do mundo, com crescimento e decadência, vida e morte, dor e prazer, conhecimento e ignorância, continuará a ser sempre o mesmo para o homem, enquanto ele não realizar a experiência supraconsciente.
Essa experiência promove uma completa mudança na vida humana.  A pessoa torna-se Iluminada. Fica livre de todas suas limitações e fraquezas; realiza a unidade essencial, ou sua identidade com o Ser supremo. Torna-se livre do ódio, suas dúvidas desaparecem, seus medos deixam de existir e sua fraqueza é superada. Assim, a pessoa fica livre para sempre. Estar desperto, sonhando, ou em sono profundo é comum a todos os seres humanos. Não é fácil realizar a experiência do estado supraconsciente. Mesmo depois de seguir um longo e disciplinado curso de orientação espiritual, só alguns poucos indivíduos conseguem chegar a esse estado de consciência espiritual. (Swami Satprakashananda)