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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL: JESUS CRISTO VEIO! E CRISTO, ESTÁ?

Será que Ele encontrou as portas abertas para poder adentrar; independente de festanças, encontros e sorrisos? As portas do perdão e caridade desinteressados, principalmente a si mesmo e aos de outras culturas/crenças; encontrou?

As portas dos corações de crianças em felicidades; não assombradas e terrivelmente torturadas pela fome e miséria; encontrou?

As portas da liberdade de consciência; educação e oportunidades igualitárias; encontrou?
As portas de uma mente e coração livres de discriminações a pobres, negros, índios, ciganos, nômades, sem-teto, sem-terra; enfim, livres de racismo, homofobia, xenofobia, superioridade e etc.; ele encontrou?

As portas, via mentes e corações que pagam salários dignos e dividem lucros (o pão repartido: as oportunidades); encontrou?

Pessoas, pelo menos, tentando ser justas ou a transformar esses ambientes; encontrou?

O que ele encontrou? E quem fez o que ele encontrou? Eis uma boa reflexão!

E Ele veio mesmo assim... Mas, não sei eu, se Ele alguma vez se afastou ou saiu de dentro/perto...
E quem real e conscientemente O sentiu/viu, uma vez que conseguiu se libertar, pouco que seja, das mazelas acorrentadoras citadas anteriormente?

Será que fomos mais uma vez enganados(as) pela astuciosa engenharia dos prazeres comestíveis e bebíveis, realizados em grupos também, postos nas festividades até sagradas; para não sentirmos/percebermos Ele?

Vamos continuar formado eruditos políticos de doutrinas religiosas; que tem uma resposta às mazelas e soluções do passado e do futuro, e quando no futuro se chega, tem outra resposta a justificar o que não fora feito no passado; fazendo do presente momento um eterno circuito fechado de enredos bloqueados (muito bem controlado); via ocultação de eternas sabedorias, encontradas espalhadas em todo planeta, e universo, via seus líderes em os meios políticos e etc.

Vamos continuar mantendo ou justificando vários sistemas de crença que põem o Onipotente, Onipresente e Onisciente (D'Us, Deus, Ala, Atom...), encontrado dentro de cada ser vivo (sua própria Alma, ou Centelha Divina, ou Partícula de Deus...) em segundo lugar; mantendo pessoas em mazelas, misérias e sofrimentos; e pondo panos quente, afirmando que é para ser assim, como numa lei imutável? E que sofrimento resolve mazelas do espírito...

Vamos continuar mantendo pessoas em ignorância, escondendo dela que a mesma é um parte de D'Us, Deus, Ala, Atom...? E que há como reconectar totalmente com Essa parte.

Ignorância e sofrimento (que no oriente remete-se a estados de infernos ou trevas) são partes d'uma mesma moeda. Até quando manter-se-ão pessoas nesses estados? E utilizando do Sagrado, de nome de mestres iluminados que pelo mundo passaram e assim por adiante...

E agora? E a Alma, ou Centelha Divina, ou Partícula de Deus..., que és tu mesmo, sem sua mazelas interior, e tu apenas em a Pureza Universal, chamado também de Cristo Interior: vai permiti-lo estar/expressar nesse mundo?

E então...: acordou? É um Feliz Natal? Ou é: Feliiizzz em o Nataalll!!!
 

VIDA, CIÊNCIA, RELIGIÃO E D'US, DEUS, O TODO...


O que é a vida? Qual o sentido da vida? Por que usamos a palavra vida e não sabemos responder o que é ela? 
Por que as "religiões" estão em confronto e conflitos? Por que doutrinas de igrejas, em seus pontos de vista e ação, estão pondo o Onipotente, Onipresente e Onisciente (D'Us, Deus, Ala, Atom...), encontrado dentro de cada ser vivo (sua própria Alma, ou Centelha Divina, ou Partícula de Deus...) em segundo lugar; mantendo pessoas em mazelas, misérias e sofrimentos; e pondo panos quentes, afirmando que é para ser assim, como numa lei imutável? 



Bem! “Como místico, primeiro vemos tudo se transformar internamente. Há uma lei: tudo o que acontece, surge nos planos interiores. ...Você recebe como uma ideia, vem de algum lugar interior...” Eis uma percepção em si mesmo – singularmente –.



Posteriormente, enquanto grupo, “quando o seu propósito e o meu propósito se cruzam, então, estamos fora do espaço, fora do tempo e trabalhamos juntos, de uma forma totalmente diferente que afeta não só a você ou a mim, mas, o todo. E isso é muito significativo.” Llewellyn Vaughan Lee, Ordem Naqshbandiyya-Mujaddidiyya Sufi, professor e escritor; filme-documentário Somos Todos Um.



Contudo, há algo dentro de nós que nos impede de sequer ouvir, ou continuar a ouvir, ou ir averiguar essas circunstâncias em nós mesmos, é Jihad, a guerra sagrada. Há o Jihada Maior e o Jihad Menor. O Jihad Maior é a guerra contra os “hafs”, o ego. E quem inicia uma séria busca espiritual deve dominar a natureza do ego.



Ao ego, é interessante que “aqueles cujas mentes estejam corrompidas pelos desejos materiais se rendam aos semideuses e sigam as regras e regulamentos particulares para a adoração conforme suas próprias naturezas". (Bhagavad-Gita).



Trata-se de pessoas cheias de “barulhos-tempestades” dentro de si mesmas, ou de suas cabeças. São pessoas cujo silêncio pode significar medo; por isso o “vazio” (silêncio) também costuma ter uma conotação negativa, e é muito mal compreendido por vários, nessa situação.



“Mas, existe uma forma tradicional de abordar o Vazio ou Vacuidade. Ela consiste em três partes: uma delas é teórica, e a chamamos de Zen Teórico. É quando a “forma é Vazio, e, Vazio é forma” (como um vácuo quântico). Não se trata apenas da mente intelectual. As coisas se tornam um.”



“A segunda parte é o Tágata Zen, e aqui não há nem Vazio, nem forma. Esta é a segunda parte. Basicamente, nada pode ser dito nesse ponto. Não pode ser descrito com palavras. (...) É apenas silêncio e quietude.”



“A terceira parte é “forma é forma, Vazio é Vazio”. Portanto essas três partes são muito importantes. (...) portanto, o céu é azul, a grama é verde. Voltamos a ver a realidade exatamente como ela é.” Kwong-roshi, budista, Sucessor de Suzuki-Rochi.



Isso é algo compreensivo, para quem resolveu iniciar sua própria jornada espiritual, e claro, nas seguintes fases: em seu início, “o reconhecimento, não apenas a informação, mas a real convicção interior de que há uma força superior, ou Deus. Ou, para facilitar ao máximo para todos, de que há um Outro, com “O” maiúsculo.

Segundo passo: tentar se tornar o Outro. Ainda com “O” maiúsculo. E finalmente, o reconhecimento de que não há Outro. Você e o Outro são um só. Sempre foram. Sempre serão.” Padre Thomas Keating.



Assim, seja em toda essa perspectiva, nas falas desses mestres, seja em várias outras existentes, é que se pode serenamente compreender Mestre Sufi – Shaykn Muhammad Hisham Kabbani – quando ele afirma: na essência do coração do Profeta..., ele era tão puro, que aquela energia se esparramava em Meca, que é um deserto, e atingia o mundo todo, do Extremo Oriente ao Extremo Ocidente. Então, aquele amor que jorrava do coração do Profeta é como a abelha rainha, que doa o mel e a energia às abelhas para produzir o mel.



Assim é com Jesus, o amor em seu coração, pela humanidade, atinge todo o mundo. Assim é com Moisés, o seu amor atinge todo mundo; com Krishna; com Siddharta Gautama; como muitos Xamãs, enfim, assim com todos aqueles que agiram prol a paz transcendente.
AS CENTELHAS D’UMA CHAMA

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

PROJETO, CURSOS/FORMAÇÕES e LIVRO.

Todas as aulas, cursos e formações podem ser prazerosos e edificantes. A questão está em o como construir ou proporcionar esses momentos. O ensino e escola que se pautam apenas na reprodução de ideias, conteúdos e falácias já não conseguem mais cativar ou lidar com seus alunos, aprendizes ou cursandos. E o segredo a um boa e gostosa educação não está em algum lugar lá fora, na técnica/receita perfeita, entre outras mais justificativas, está sim, é dentro de cada um. Só é preciso as ferramentas acertadas para poder identificá-las e utilizá-las.  


PROJETO, CURSOS/FORMAÇÕES e LIVRO

Todas as aulas, cursos e formações podem ser mais prazerosos e edificantes. A questão está em o como construir ou proporcionar esses momentos. O ensino e escola que se pautam apenas na reprodução de ideias, conteúdos e falácias já não conseguem mais cativar ou lidar com seus alunos, aprendizes ou cursandos. E o segredo a um boa e gostosa educação não está em algum lugar lá fora, na técnica/receita perfeita, entre outras mais, está sim, é dentro de cada um. Só é preciso as ferramentas acertadas para poder identificá-las e utilizá-las.  

 



domingo, 7 de dezembro de 2014

O APRENDIZ, O APRENDIZADO E A TRANSFORMAÇÃO


Conhecemos os Limites e Possibilidades d’uma transformação?

Quais transformações estão ocorrendo “dentro e fora” de nós?

Somos conscientes de influências ou atuações de: 

 AMOR
SABEDORIA

RELIGIÕES

SOCIEDADE

SÍMBOLOS

SAGRADO

CIÊNCIA

IDEOLOGIAS

ECONOMIA

INTELECTUALISMO

MEDO

Quem está decidindo sobre o que devemos ler, ver, escutar, assistir, usufruir, experimentar e etc.? Decidindo sobre esse tal de  certo e errado?

Quem está decidindo sobre o que nos deve ou não ser ensinado e dito? Nos transformando em o que estão esses, e nós mesmo? Prol o que? 

Quem somos nós, nesse contexto? Somos gestores de nossa própria existência, pelo menos? Existimos, ou somos sonâmbulos manipulados?! Qual nossa existência? Existe? 

Quem respeita o livre arbítrio? O controla? O que é livre arbítrio, realmente? Quem já consegue ver o que há lá fora; que existe aqui dentro de cada um de nós? Existe aqui dentro e lá fora? 

Quem aprende? E aprende o quê? Já se libertou? Continua Por que? Será?