TRANSLATE

VISUALIZAÇÕES DA PÁGINA

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

DINHEIRO: NEM BOM NEM RUIM...




Esse símbolo/objeto, a moeda, não determina a finalidade de si mesmo; e nem é um pensante incitando apegos e desejos. A questão está nos pesos e medidas (valores) envolvidos nas questões de produtos e serviços, oferta e procura, e etc. 
São nesses momentos que, notoriamente, se observa esse modelo de sociedade que temos sendo plasmado e cristalizado; via o próprio nível intelectual, mental, emocional e consciencial das partes envolvidas. Verdade! Não é só isso e assim...

São nesses momentos que, notoriamente, se observa o plasmar e cristalizar de leis e sistema político-monetário; com o participar direto ou indireto de pessoas das diversas classes e grupo sociais. 
E esse tipo de constructo e momento não se dá apenas com a questão monetária; de semelhante forma, já em outros contexto e ligados a esse, assim também se observa o plasmar, cristalizar e manutenir de ideologias, filosofias de vida, credos religiosos e etc. 
Portanto, seja no caso desses últimos seja no caso do dinheiro, ambos denotam o nível de consciência das pessoas e sociedade que os instituem e empregam; ou sua inconsciência. 


E nessas perspectivas, questiono: por que muitos o quer? Por que muitos o deseja com toda a força que possui em si mesmo? 
Seria ele um fator determinante a constituir a cegueira consciencial que envolve a humanidade? Ou seria ele a própria cegueira manifestada por uma população dormente?

Por que outros o pregam como sendo o mal da humanidade? Por que o pregam como sendo apenas a alguns escolhidos, não a outros ou todos? Por que?

Por que a outros ele não promove sedução/escravidão?

Ser uma cédula de dois ou cem reais, ou ser um outro símbolo monetário qualquer, não significa dizer na prática que isso venha ser a definição concreta/real disso que corriqueiramente usufruímos e chamamos de dinheiro.

Sob um olhar humano-transcendental, ele pode ser o benefício/retribuição adquirido por realização de atividade prol a satisfação de necessidades próprias ou às de outrem!

Outrem que não as podem ou sabem realizar; assim oportunizando o surgimento de ofícios trabalhistas; beneficiando grupos e pessoas em suas necessidades; a possibilitar e oportunizar outros e diversos feitos.

Ele é o SIM dos que dispõem de adquiridos benefícios prol a melhoria da qualidade de vidas alheias; por serem pessoas que buscam ser a diferença iluminadora; colaboradores em a história de vida de pessoas e demais seres desse Planeta.

Ele é o SIM de consciências que não se põem a reter/controlar, em meio ao contexto político-econômico e em benefício próprio, a circulação do símbolo monetário (a moeda); por compreender que esse volta-se à aquisição de possibilidades – como um curso ou objetos, por exemplo –.

E ele pode sim..., ser o objeto monetário de troca de um contexto social generoso, sereno, desprendido, harmonioso e pacífico, que dentre outras mais perspectivas, reflete pessoas cuja busca interna tem como características o intuito de dividir e/ou reconduzir benefícios adquiridos em favor de o bem comum, e à manutenção desse bem, independente de predileções dogmáticas, religiosas, ideológicas, doutrinárias e etc.

E como isso só pode assim ocorrer via manifestação do Divino em a vida desses que buscam, pois Este está em Tudo – és Tudo –, então, pode ser ele a possibilidade de angariamento de conhecimento/experiências de vida; à aquisição de práticas educacionais diversas, livros, filmes, músicas, pinturas, poesia, passeios, viagens, cadernos, lápis, borracha, computador e etc.; se assim permitirmos.

Portanto, em desdobramentos conscienciais, ser mais um fator modificador de realidade; a denotar e trazer a  compreensão de a não existência do espaço entre o material e espiritual; uma vez que, um indivíduo e sociedade só manifesta e transparece aquilo que possui em seu íntimo/interior – se é de seres harmoniosos e leves, então, assim também ser sua sociedade; se é de seres tensos, egoístas e gananciosos, então, assim uma sociedade tenebrosa e destrutiva.

Dessa forma, pode o dinheiro ser a condição de acesso ao saciar e alívio daqueles em estado de miséria, em doenças, com fome e etc., quando sendo o SIM (objeto/moeda) à aquisição de alimento, água, fogo, curas, vestimentas e teto (...) que chega às famílias, sem teto, crianças... 
Pode ser ele uma das chaves a abrir portas libertadoras; de acesso a corredores e rotas de saída: por facilitar a aquisição de alimento à liberdade da alma, via contato com simples e libertadoras práticas, informações e conhecimentos; encontradas junto a educadores, terapeutas, psicólogos, geriatras e outros mais.   

Acalme-se! A questão primordial de todo esse discurso não está numa nova teoria ou doutrina. Está sim, prol a consciências iluminadas/despertas...

E nisso questiono: qual nosso nível de consciência iluminada/desperta? Queremos despertar e iluminar?

Até onde ou aonde somos pessoas dispostas promover constantes ações econômicas de reciprocidade, cortesia, partilha, apoio, cooperação e convivência social; principalmente juntos aos grupos de outras culturas, credos, doutrinas e etc.?

Até onde ou aonde somos pessoas dispostas a pagar melhores salários aos colaboradores (funcionários) em nossos empreendimentos; buscando colaborar desinteressadamente com a transformação da vida deles, a alheia; assim tornando ou maturando-nos enquanto seres e mentes transcendidos; diferentemente do modelo ganancioso e sanguinário que rege o mercado global?

E nisso, até onde ou aonde queremos e agimos com o intuito de os colaboradores (funcionários) possuírem maiores e melhores formações humano-profissional; assim também justificando a melhoria salarial? 

Até onde ou aonde somos pessoas dispostas a não reter, ocultar e/ou controlar formas de conhecimentos transcendentais; de forma a não manter pessoas e/ou grupos nas profundezas da ignorância; principalmente quando estamos a dirigir, ministrar e/ou laborar em unidades de ensino diversas?
Até onde ou aonde somos falsos revolucionários, os marionetes do sistema, os outros mais apertadores de parafusos dessa tal máquina chamada sistema, matrix e ilusão; que se sustenta sutil e inteligentemente em os pilares do mercado, do sistema político, do sistema “religioso”, do sistema internacional, órgãos da paz e etc.?

Até onde ou aonde voltamo-nos desinteressadamente à prática do nós; prol a Felicidade em si mesmo e na coletividade; esta que é a própria Vida pulsante em todos vivente; e que está em todos os locais, tanto dentro quanto fora e em ambos simultaneamente?

Até onde ou aonde queremos essa Vida, uma vez que a isso é necessário e urgente o desintegrar de eus psicológicos em nós mesmo. E só registrando: sem esperar gratificações e condecorações ao “mim mesmo”; ou as vanglorias via afirmações de “eu quem fiz, eu sei, sou único escolhido”, etc...

Nem o pão velho querem dar aos que batem a porta. 

Já imaginou se os mestres iluminados que deixaram os vários Livros Sagrados nesse Planeta voltassem como mendigos, pobres, negros, índios, nômades, entre outros mais, e fossem buscar os líderes das religiões e os demais homens da sociedade que junto a esses líderes sustentam suas respectivas religiões, para uma ação de total despojar? 

Quantos saberiam/identificariam-nos como seres de luz? Quantos homens e mulheres os seguiriam? Será que tentariam matá-los; caso eles não se apresentassem com as vestes e alegorias imaginárias de cada credo?

Sem mais delongas, por ser um assunto de muitas faces, até onde ou aonde estamos dispostos a soltar e desapegar-se de tudo? Até onde ou aonde permitimos que a Luz se expresse nesse mundo através de nós?

Até onde ou aonde? E por que?

Creio que Scrooger saiba...