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segunda-feira, 26 de maio de 2014

ESCRAVOS E ESCRAVIDÃO CONTEMPORÂNEA

Uma reflexão... sobre o que foi e o que é a escravidão?

Do livro: As Centelhas D'Uma Chama (em publicação) 

Sabe amigo..., a parte mais triste de saber que quase a totalidade das pessoas do planeta são escravos cegos do materialismo, capitalismo, separatismo religioso, de suas percepções sensoriais e individualismo, assim dualista, dominadas por ego, é que ela sobrevive, sofre, se nutre e alimenta do que lhes faz sofrer; e, não possuem a consciência que muitos escravos da época da escravidão possuíam: tentar fugir, sair, acabar e se libertar da escravidão.
A escravidão atual não usa, em sua maioria, de chicotes, troncos, açoites, torturas por feitores em fazendas. O chicote de hoje é o estralar e gritar daquele que pede um pouco de comida, pois está com fome; é o estralar de medo de perder “as coisas” adquiridas “com tanto sofrimento”; é o medo pendurado no prego na estronca, a morte, que não queremo-la ver no íntimo familiar e amigo e etc.; é o mercado e o consumismo, que obriga por forças coercivas a andar, pensar, estudar, qualificar, calar e falar, agir e parar...
O tronco..., esse é a opinião alheia e a própria (intelectualizada ou não) onde cada um se põe amarrado e a martelar sofridamente a própria mente/alma; remoendo/vivendo angústias, estresses, raivas, ódios, temores, doenças, escuridão. Ou seja, o medo e medos; angústias e angústias!
Os açoites..., são as ofensas, descriminações, perseguições, preconceitos, maldições, e, por conseguinte, as agressões físicas em famílias, brigas de rua, guerras entre famílias, torturas policiais, bandidagens, estupros, assassinatos e etc. Enquanto os feitores das senzalas revivem em cada um que pratica os açoites.
As almas continuam amarradas e inconscientes. Os egos, para continuar movendo e mantendo sua força, engoliu a quase totalidade da população com a implantação do consumismo, materialismo, individualismo, separatismo religioso e capitalismo; acrescido do fanatismo, idolatria, perseguição e outros mais fatores.
O fim da escravidão, oficializada em lei, no mundo, não se deu pelo bom interesse de se acabar com ele; houve-se enorme interesse político-econômico de se transformar escravos em consumidores; principalmente pelas grandes potências econômicas da época. E assim ocorreu; continuando na nova forma de escravidão, que cegaria até ex-escravos e sua descendência; até mesmo aqueles cuja nação continua em estado de miséria.
Portanto, denotando que, da exploração e sujeição de almas à dor, tende-se a destruir o meio amparador, sustentador e propiciador do sopro vital ao corpo humano – que é o meio-ambiente, do globo terrestre: sem as árvores, vamos respirar o quê?; e sem água, beber e cultivar o quê?; e se os alimentos cheio de veneno e químicas, como não adoecer e morrer pela boca?
A título de clarear os fatos, em um de seus artigos intitulado "O pecado maior do capitalismo: o risco do ecocídio e do biocídio", Leonardo Boff sinaliza muitas preocupações; mas isso não é repassado a todos via carta, correspondências, reuniões e etc. Outros, como os artistas Pena Branca e Xavantinho, dupla de músicos de raiz, também faziam sua parte, mas, poucos os compreenderam; como se observa com a música Cio da Terra.
Leonardo Boff  escreve: "a partir de 1972 a desertificação no mundo cresceu igual ao tamanho de todas as terras cultivadas da China e da Nigéria juntas. Perdeu-se cerca de 480 milhões de toneladas de solo fértil, o equivalente às terras agricultáveis da India e da França combinadas. 65% das terras, um dia cultiváveis, já não o são.”
“A irrigação extensiva associada à utilização de substâncias químicas leva à salinização das águas, por não terem tempo de refazer os nutrientes perdidos. Metade das florestas existentes no mundo, em 1950, foi abatida.”
“Nos últimos 30 anos foram derrubados 600 mil km2 da floresta amazônica brasileira, o equivalente à Alemanha unida ou a duas vezes o Zaire. Os imensos reservatórios naturais de água, formados ao longo de milhões e milhões de anos, foram neste século sistematicamente bombeados e estão próximos à exaustão.”
“Nos inícios do próximo milênio, a água potável será um dos recursos naturais mais escassos. Far-se-ão guerras para garantir o acesso às fontes de água potável. O petróleo e o carvão, formados ao longo de 100 milhões de anos e depositados nas profundezas da Terra ter-se-ão exaurido nos meados do próximo século.”
“Tanto a água quanto o carbono foram sepultados cuidadosamente pela Terra para estabilizar seu clima. Agora foram trazidos à tona e devolvidos ao espaço com desequilíbrios que ainda não podemos adequadamente medir.”
“Por volta do ano 2030 o cobre, a bauxita, o zinco, o fosfato e o cromato ter-se-ão extinguido quase totalmente. Por detrás deste processo de pilhagem, se oculta uma imagem reducionista da Terra. Ela é vista apenas como um reservatório morto de recursos a serem explorados.”
Já a Dupla Pena Branca e Xavantinho cantavam: 

Debulhar o trigo
Recolher cada bago do trigo
Forjar no trigo o milagre do pão
E se fartar de pão
Decepar a cana
Recolher a garapa da cana
Roubar da cana a doçura do mel,
Se lambuzar de mel
Afagar a terra
Conhecer os desejos da terra
Cio da terra, propícia estação
De fecundar o chão.

E então, caro amigo... Quantas pessoas tem consciência de toda essa situação? E dos que possuem consciência, quantos estão mudando os próprios atos, de forma a não mais colaborar com toda essa insanidade, destruição e morte tanto da carne quanto da alma, da fauna quanto flora; essas últimas, das quais somos partes inseparáveis.
Existem mais fatos que vão se correlacionando a isso, e que não consigo coloca-los todos aqui e agora para você. Por isso vou dizendo onde leio e/ou pesquiso os fatos; com a intenção de que tu vá e pesquise cada um deles. Se todos eles concordam com tudo o que estou dizendo?; deixo a você descobrir se sim, não, talvez e porque.
Enquanto isso, voltemo-nos ao professor; que falava sobre tratarmos a natureza como fonte de dinheiro, de comida à gula humana (o ego), de prazeres sensoriais em ações turísticas, de acúmulo de objetos materiais manufaturados a partir de matérias extraídas da natureza, e assim adiante.


domingo, 18 de maio de 2014

domingo, 11 de maio de 2014

A ÚLTIMA HORA

PARA QUEM QUER UM RELATÓRIO EMBASADO CIENTIFICAMENTE SOBRE O COMO ESTÁ A SAÚDE MENTAL E ESPIRITUAL DA HUMANIDADE, E A SAÚDE FÍSICA DO PLANETA TERRA, EM SEUS DESAFIOS E PERSPECTIVAS,  ESSE DOCUMENTÁRIO SERÁ DE BOA VALIA, POIS, TRÁS FUNDAMENTOS PAUTADOS SOBRE O RUMO QUE CADA PESSOA ESTÁ DANDO À HUMANIDADE: ACABARÁ O MUNDO?; O QUE FAZER? COMO? QUANDO?

A Última Hora; um documentário de 2007, criado, produzido e narrado por Leonardo DiCaprio.
Com a contribuição de mais de 50 cientistas, ativistas ambientais e políticos, incluindo o ex-líder soviético Mikhail Gorbachev, o físico Stephen Hawking, a vencedora do Nobel da Paz Wangari Maathai e o jornalista Paul Hawken, o documentário relata os graves problemas que os sistemas de vida da Terra estão enfrentando.

O que significa ser humano no século XXI? Esta é uma das inúmeras perguntaslançadas pelo documentário Última hora, narrado e produzido por Leonardo de Caprio.150 horas de gravação resultaram num filme instigante, polêmico e pertinente. 

A destruição do ecossistema pelo homem no decorrer dos anos ocasionaram as catástrofes naturais que vivemos atualmente. Cientistas, especialistas e estudiosos em diversas áreas chamam a atenção – e puxa a orelha – do público para as mazelas que o planeta está sujeito graças à sanções do bicho homem. Do consumismo desenfreado ao capitalismo selvagem à necessidade do ser humano de ter e ser, o filme alia imagens de tragédias naturais, da natureza devastada e de povos de diversas nacionalidades para afirmar que o mundo está superlotando e nem por isso aumentando ou aceitando passivamente tal ocupação.

Tendencioso – porém atual – o filme nos coloca de frente com uma realidade que ignoramos terminantemente, talvez porque não acreditamos viver tanto para ver o mundo acabar.Egoisticamente continuamos agindo, aceitando e elegendo condutas que desmerecem as leis naturais presentes na natureza. Num dos depoimentos do filme, uma verdade incontestável: o mundo não vai acabar, quem vai terminar é a população, as gerações, ele se renova,sobrevive.
 
A Última hora dura 1h30, mas nem percebemos o tempo passar. A narrativa é rápida,as imagens se sobrepõem aos montes e somos bombardeados com tantas informações e questionamentos que é quase impossível assimilá-las por inteiro.


Fontes: 
http://wwws.br.warnerbros.com/11thhour/
http://pt.scribd.com/doc/20426715/Relatorio-do-Filme-A-Ultima-Hora

sexta-feira, 2 de maio de 2014

MONTE CASTELO - LEGIÃO URBANA



EM O QUE SE INSPIRAVA RENATO RUSSO E LEGIÃO URBANA ENQUANTO ESCREVIAM SUAS MÚSICAS? MAIS QUE ENTENDÊ-LOS, TU OS COMPREENDES NA PRÁTICA?

TEM-SE NESSA MÚSICA: O AMOR ESPIRITUAL, de Coríntios 13; O AMOR, NO TOCANTE CARNAL, de Camões; E O NOME MONTE CASTELO, UMA REFERÊNCIA À BATALHA DE Monte Castelo? 
NISSO, O QUE QUERIA O NAZISMO COM AS ESCRITURAS SAGRADAS DAS PRINCIPAIS CRENÇAS DO GLOBO TERRESTRE? ERA DEUS QUE ELES BUSCAVAM? ERA CIÊNCIA? ERA PODER? POR QUE MUITAS QUE SE DIZIAM DE DEUS COMERAM NO MESMO PRATO DO NAZISMO? E O QUE Renato Russo QUERIA COM TODA ESSA MENSAGEM/INFORMAÇÃO?     

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece

O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder

É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor

Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face

É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria