TRANSLATE

VISUALIZAÇÕES DA PÁGINA

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

EBOOK: SETE CHAVES AO APRENDIZADO E TRANSCENDÊNCIA DE REALIDADE


O EBOOK JÁ ESTÁ DISPONÍVEL! 

NOS PRÓXIMOS DIAS, UM CURSO COM CARGA HORÁRIA DE 80h


Sete Chaves: eis um composto de indagações técnicas, reflexões culturais e citações científicas. Uma ferramenta ao específico levantamento e confecção de informações; ao autoconhecimento, conhecimento social, psicopedagógico, psicológico, filosófico e institucional.

https://eduzz.com/curso/ZmlZ/.html?d=485703 


Este material volta-se a pais & responsáveis, docentes, jovens acima de quatorze anos (considerado sua maturidade), formadores de opinião, administradores & RH, órgãos de saúde, dentre outros. Transita de conceitos e situações simples às mais complexas.



É Educação, Psicologia, Família, Relações Humanas, Cultura e Mercado: tendo algo grandioso observado em ambos os casos, intrinsecamente ligado à natureza humana: o conhecimento. O primeiro, dum conjunto de material psicopedagógico, literário, sociolinguístico e cultural aplicado.



Com ferramentas, condições e meios práticos prol alcance de entendimentos, discernimento, compreensões e sabedorias (domínios–dons) em si mesmo; é maturar, prosperar e transcender para além dos próprios condicionamentos e circunstâncias; a todos os sentidos.










terça-feira, 7 de novembro de 2017

APRENDIZADO, ESCOLHAS E O TIPO DE VIDA QUE SE TEM

Alike - Escolhas da Vida



Quem fará essa escolha? Quem tem coragem de soltar tudo? E soltar os modelos e paradigmas onde se encontra, mantém e defende?

 



domingo, 5 de novembro de 2017

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS & OUTRAS PERSPECTIVAS DIDÁTICAS

A Contação de Histórias sempre foi uma ferramenta utilizada pelos seres humanos como forma de transmissão de conhecimentos, mensagens, informações gerais e até informações secretas.

Pedagogicamente falando, é ótima forma de estímulo à leitura, ao desenvolvimento da intuição, imaginação, criatividade, musicalidade, escrita mais rica em enredos e nuances, enfim, vai longe as possibilidades com a Contação de Histórias.




Há história para todas as idades. E a história narrada para faixa etária correta estimula o interesse à leitura, molda o caráter do grupo envolvido, colabora com a criança ou público dependendo do tipo de situação que esta vivenciando.

Ainda, muito ela contribui na resolução de conflitos, e também é uma ótima e prazerosa forma de diversão pedagógica e literária.

A Contação de Histórias é um valioso instrumento às práticas educacionais em família, práticas pedagógicas de professores tanto da educação infantil quanto de ensino superior. Também às práticas pedagógicas em meios religiosos, filosóficos, ideológicos e outros mais.




O quê motiva e fundamenta essas afirmações é: as histórias estimulam a imaginação, estimula o silêncio, a oralidade, a escrita, música, pintura...

Com uma história, consegue-se propor um ambiente e clima favorável ao tipo de arte que se quer expressar. 

Ela contribui com o aprendizado e desenvolvimento de linguagens diversas, por exemplo: a linguagem oral, escrita, visual...




As histórias criam um elo entre o mundo da fantasia e o da realidade: contar história para uma criança, jovem, adulto e ancião contribuir para com a formação de seus valores, elaboração do pensamento, trato das emoções, esclarecimentos diversos,  e convivência humana.

Como é muito grande o emprego de histórias para dar sermão, pito, bronca, deboches ou ironizar alguém, também para alienar pessoas com falsas sacralidades, filosofias, ideologias, discursos, modelos sociais e etc., então, quando se começa uma história, muitas pessoas logo torcem o nariz em sinal de refutação.

Eis um dos motivos da Contação de Histórias e Literatura não estarem sendo fonte de inspiração e significativas transformações junto aos meios educacionais diverso, ao religioso, governamental ou privado: estão utilizando da arte para alienar e controlar pessoas com mais e mais ilusões.




De igual modo também está a ocorrer com os indivíduos dos meios familiares e social diverso: que vêm a contação histórias, folclore e literatura como coisa tola, chata, ou passatempo inútil, dentre outros fatores.

Outro motivo, é que estamos numa população que fala, conta e ministra sobre assuntos, fatos, ciência, religiosidade, política, filosofia, artes e outras mais conhecimentos baseado apenas em teorias lidas em livros; em teóricas formações acadêmica, política, teológica e/ou científica.

Dessa forma, quando este tipo de indivíduo faz uso da palavra, percebe-se então que tal ato encontra-se vazio, longínquo, insosso e insulso: uma fala, discurso e história sem graça; mesmo que venha dum texto bem elaborado e com personagens bem definidos em meio à trama. 




Cabe a nós refletirmos o quão somos essas pessoas da não prática: um bando de teórico se dizendo senhor e senhora da verdade, da maturidade, da lei, dos céus, e etc.



Para descobrirmos o quão deturpamos e até denigrimos informações, fatos, contextos, seres, indivíduos e sacralidades mundo a fora: por desconhecer, por falta de pesquisa, por intolerância, por rechaço, por ódio, fanatismo, guerra...; as sujeiras encrustadas na mente, emoções, intelecto e alma

Com diz nos contos chineses: só um dragão dourado para dar conta de ajudar pessoa nesse tipo de situação - são centenas ou milhares de horrendos bichos dentro de si.


  

A CARÊNCIA DUMA EDUCAÇÃO INTER E MULTIDISCIPLINAR

É notória a global carência de uma educação inter e multidisciplinar aos povos e população do Planeta Terra.

Já é claro a toda pessoa, de uma forma ou de outra, independente se instruída ou não: que tudo está conectado de alguma forma, por algum ponto em comum; sendo então, constituído de múltiplas partes.

O ramo do conhecimento que lida e estuda esse ponto em comum, essa característica em comum, junto aos métodos de ensino, obras literárias, artes diversas e demais ramos do conhecimento, é a interdisciplinaridade, referente ao aspecto interdisciplinar; e às suas conexões.




A palavra interdisciplinar é formada pela união do prefixo "inter", que exprime a ideia de "dentro", "entre" e "em meio", juntamente com a palavra "disciplinar", que tem um sentido pedagógico de instruir nas regras e preceitos de alguma arte.

Já o ramo Multidisciplinar, refere-se a um sistema de ensino que engloba experiências em várias disciplinas, em busca de metas a atingir, dentro de um programa específico.

A palavra multi é de origem latina (multus), que significa múltiplo, ou seja, aquilo que abrange muitos fatores. Ex: multicelular (que tem muitas células), multicolor (que tem muitas cores), multiambiente natural (composto de ambiente rochoso, vegetal, úmido...). 




Dessa forma, eis a questão: o predominante modelo educacional familiar, escolar, religioso, filosófico e sócio-político no qual se encontra a humanidade, no que se refere a uma educação que liberta o corpo, a mente, emoções, intelecto e até a alma, encontra-se em extrema carência de predominante prática humano-pedagógica inter e muldisciplinar.

A relação entre as práticas disciplinares é uma das base para um aprendizado interessante, gostoso e edificante: deve-se sair da sala de aula, seus cadernos, livros, canetas e lápis, e aprender na prática, fazendo; pondo a mão na massa, como diz o ditado.

Veja só: com atividades de carpintaria, se trabalha matemática; com plantio e jardinagem, se trabalha influência do sol, biologia e ciclos da lua (alcançando astronomia); com nutrição alimentar, se trabalha relações humanas e saúde...




A lista é grande, e fácil ver isso tudo conectado até à espiritualidade e religiosidade, independente de crença a professar.

Mundo a fora, muitas pessoas buscam uma vida saudável, equilibrada, harmoniosa, integrada com a natureza e etc.; prol uma paz interior e até melhor alcance de devoção e oração.

Eis aí as questões inter e multidisciplinar em ocorrência...




ATÉ ONDE QUEREMOS SER ENGANADOS?

Rico ou pobre, erudito ou analfabeto, ignorante ou culto, (...), possuo a cultura e capacidade de decifrar contextualizações, significados, sentidos e ações, dentre outras pertinências, prol alcance de entendimentos e compreensão?




Entendimentos e compreensão à resolução de mazelas particulares e alheias; compreensão palpável; via ações aplicadas e coordenadas.

Qual lado escolher? Qual luta e causa? 

Melhor é soltar tudo e trilhar o caminho do meio: bom senso, serenidade, equilíbrio, paz e consciência? 









sábado, 4 de novembro de 2017

A AUTORREFLEXÃO DO PROFESSOR APRENDIZ

Quais atributos possuo enquanto aprendiz? Aprendiz enquanto criança, enquanto pais & responsáveis, enquanto professor(a), avós, amigo(a), esposa, marido, aquele que professa em altares, governante, empresário...

Volto-me, apropriada e eficazmente, ao despertar e apreço pela auto-observação, silêncio, reflexão, leitura de entrelinhas e à descrição daquilo que observo e investigo; prol superação e transcendência da realidade ou ilusão na qual encontro-me?

Possuo um modelo de ensino-aprendizagem voltado ao tato, trato e lida de percepções, situações e nuances favoráveis ao superar de limites, debilidades e incapacidades que possuo; também ao auxílio de meu semelhante?  




Estou apto(a), ou assim condiciono-me, a uma transformação interior, pessoal e continuada, de forma a me resguardar e/ou proteger-me das adversidades e armadilhas cotidianas: calúnias, fofoca, inveja, cobiça, perseguições, revoltas, promiscuidades, e etc.?

Possuo capacidade e possibilidade de desvendar aspectos, objetos e conteúdos diversos que constantemente são postos a influenciar, direcionar e manipular psiquicamente as mente e corações humanos; por isso que chamam de sistema; em mim, primeiramente? 

Ou..., ainda continuo perdido na ilusão de ser a pessoa esperta, inteligente, justa e verdadeira com as "coisas" do mundo?   




Indo mais profundamente na reflexão: pratico um modelo educacional libertador que utiliza de atividades físicas, produção artística e reflexiva filosofia psicológica...? 

Ainda: pratico exercícios físicos prol superação de limites e debilidades; canto músicas, e procuro tocar um instrumento musical; leio poemas, e procuro fazer de minhas falas, escrita e ações uma poesia? 

E das práticas envolvendo artesanato, manejo de terra, plantas, chás, alimentos, juntamente a outros meios e ferramentas; a uma autolibertação, visando colaborar com anseios existenciais particulares e posteriormente os alheios: faço pelo menos a mim mesmo?

Sou feliz, ou mais um infeliz com suas decoradas fórmulas, jeitos e trejeitos: sempre buscando entregar e impor ao outro o meu jeito de ver e agir no mundo; querendo que decorem rapidamente as fórmulas?




Utilizo de ferramentas à compreensão do quão a cultura me influencia e até aliena-me singular e coletivamente; a qual põe-me a ser mais um a arrastar o fardo e peso dum mundo débil, insano, caduco e cruel?    

Tenho clareza do quão essa cultura está sob rege e muito disputa pelos indivíduos do poder e seus propósitos; ainda mais num mundo político-economicamente conectado, globalizado, disputado e controlado.

Como falar de momentos em grupo envolvendo as mais belas e boas circunstâncias de convivência, mediação de conhecimento, despertar e libertar-se humano, uma vez que sou igual àquele com o qual estou interagindo: o estudante, o filho, o enamorado, o cônjuge, o inimigo, e etc.?




Como falar de cenários, conhecimento e sabedoria prol ambiente de novas perspectivas de vida educacional: forjada no contato e apreço ao silêncio, respeito, disciplina, paciência, altruísmo, companheirismo, aprendizado, ensino e etc.?

Como falar de valores humanos, valores éticos, paz interior, solidariedade, caridade, compaixão, compreensão e outros mais atributos nobres e de edificantes transcendência até da alma se ainda continuamos a promover os mesmo erros que dizemos ao outro não fazer?

  


Tamanha está a ilusão, e crescendo ela continua: pondo tudo como teoria, ideologia, ponto de vista e ideal particular a defender! É sempre sobre mim mesmo, minha vida, minha verdade, minha história, minha instituição, meu mundo...

Sabedoria, paz, amor, felicidade, alegria e demais correlações foram transformados em objetos e conteúdos - a prova que confirma - que "eu" estou certo em indagar, "eu" estou certo em questionar, "eu" estou certo em indignar, revoltar, rebelar, ofuscar, procrastinar, acomodar e etc.

É indivíduos e sociedade perdidos em programas psicológicos, de cunho populacional-histórico, cuja origem, formato e movimento dá-se em círculos: tudo encerrando-se na ponta do próprio nariz, como diz o ditado popular; é individualismo separatista

Assusta ao sistema saber que os indivíduos podem descobrir na paz e união a liberdade de suas almas. É terrível incômodo ao sistema, e ao senhor dele, essa situação! Pois, seria seu fim! 

Sabendo disso, utiliza ele da própria verdade e beleza de forma a manter o tolo iludido, não vendo o quão cinzento é sua personalidade, mente, emoções, ações..., enfim, o mundo onde encontra-se. Novamente: eis o Mito da Caverna.  





A Verdadeira Beleza também está igualmente perto. Está no equilíbrio e harmonia com a natureza, na natureza interna que isto significa, sendo o próprio ato de perceber e observar sem pensar o som do próprio coração a bater... 

Nestas situações de ação pela não ação é que se pode, palpavelmente, estar nesta Natural Beleza: a qual nos leva a sentimentos de bem-estar, duma ciência da paz (paciência), de alívio, e etc.




A Paz que tanto se fala no mundo inteiro está aqui. Sempre esteve! Basta saber acessá-la!


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

ORIGENS, APRENDIZADO E AUTORREALIZAÇÃO

O ser humano, em seu Aprendizado e Autorrealização, percorre N etapas prol maturações: observado que toda sua trajetória, enquanto início, meio e fim, constitui-se num complexo interconectado.




Trata-se duma interconexão caracterizada por descendências étnicas, sociais, históricas, internacionais, dentre outras.

A questão é: como se pode tirar proveito do conhecimento a cerca dessas origens e conexões? Como poderia ser útil tal conhecimento a título dum autoconhecimento?

Como esses fatores históricos-hereditários estão entranhados à mente humana, levando cada pessoa (nós mesmos) a crer que é uma pessoa de tal tipo/jeito, com a vida caminhar de tal modo, por ter uma personalidade do tipo X?

E, como esta falsa personalidade caracteriza-se em pedras no caminho a trilhar, ao mesmo tempo em que é o próprio tropeço à vida de cada pessoa?





Como e por que os fatores positivos e negativos de tais descendências e conexões alimentam essa falsa personalidade que tanto se sustenta, defende, justifica e luta severamente por manter? 

Ou seja, como eles, junto a outros fatores, põe cada indivíduo (a cada um de nós) a marchar atrás daquilo que tanto alimenta esse falso?

E  por fim, como romper com tudo isso? Como desligar essas conexões? Tirar de si mesmo? E deixar de ser o falso de si mesmo, para ser a VERDADE de si mesmo?   




A VERDADE DE SI MESMO... O QUE É A VERDADE DE SI MESMO? O QUE É A VERDADE?

Seria o não caminho, daquele que caminha em meio à multidão, em sentido oposto a esta, mesmo também sendo mais um a acordar cedo, ir trabalhar, levar filhos para escola e etc.?

Seria a clareza e veracidade daquilo que se está fazendo e trilhando, assim servindo de fundamento e substância para que não se permita a existência da dúvida quanto ao próprio caminho; ainda que chamado de tolo e até de idiota por todos que ainda só vêm o reflexo da luz na caverna?




Seria a não ação daquele que age em silêncio prol resolução de conflitos, mesmo que seja em meio a violência de ordem física contra si mesmo (Ahnsa)?

Seria a Paz por trás disso tudo? E onde está a paz?